segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Estudo Dirigido I - Consumo

Prezadas e Prezados,

Para aqueles que não puderam comparecer na última aula, é importante fazer o primeiro Estudo Dirigido.

O texto e as perguntas estão no Material Didático.

Entrega até o dia 02/03.

Fazer INDIVIDUALMENTE.

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Facebook já tem 149 milhões de usuários nos EUA

E 70% deles acessam o site todos os dias.

Por Daniel Pavani (sugerida pelo Prof. Flávio Jannone)

Em um evento ontem, a relações públicas do Facebook nos Estados Unidos, Sarah Personette, anunciou que a página de relacionamentos já possui 149 milhões de usuários ativos no país, sendo que 70% deles acessam seus perfis diariamente.

Personette ainda lembrou que em 2009 os números do Facebook no país chegavam a “apenas” a 100 milhões, conta o site Tech Crunch. Vale destacar que no censo de 2008, a população do país foi determinada como sendo cerca de 303 milhões de habitantes, ou seja, praticamente metade da população americana possui um perfil na página de relacionamentos de Zuckerberg. Infelizmente, ainda não existem maiores informações sobre as fontes utilizadas por Personette.

Entre os outros países que possuem um grande número de usuários estão a França, com 22 milhões de perfis e 65% de acessos diários; o Reino Unido, com 29 milhões de usuários; e a impressionante Suécia, com 4 milhões de usuários e 71% de acessos diários. Vale lembrar que a população do país nórdico em 2009 foi estimada em 9,3 milhões, o que torna este número de usuários do Facebook tão expressivo quanto o dos EUA.

No Brasil, os números do Facebook continuam crescendo, mas o Orkut, da Google, ainda não foi destronado. Um relatório do ano passado da conceituada comScore (goo.gl/ZrjXp), indicava que no mês de agosto de 2010 o brasileiro passava 20% do tempo de internet em redes sociais. O Orkut ainda reina, com 36 milhões de acessos únicos, enquanto o Facebook chega a incríveis 9 milhões, já que em 2009 este número estava em torno de 1,5 milhão.

Prezadas e Prezados, o que essa tendência tem a dizer sobre a mudança ou não do Comportamento do Consumidor?

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Estudo Dirigido VII - Processo Decisório de Compra

Prezadas e Prezados,

Lembre-se de uma grande compra realizada por sua família.

1) A partir do que foi falado em classe, descreva como foram desempenhados os papéis dos membros de sua família, enquanto consumidores, no processo de decisão.

2) Qual a sua influência? Você poderia ter tido um papel diferente? Justifique.

Entrega: dia 30/11

Estudo Dirigido VI - Consumidores da Melhor Idade

Prezadas e Prezados,

A partir do texto Consumidores da Melhor Idade* (na sala de Material Didático do SOL), responda as seguintes questões:

1) Que mudanças ambientais estão levando ao crescimento da população da terceira idade no Brasil?

2) Trace um perfil da terceira idade no país, considerando os fatores socioculturais.

3) Eleja três novas oportunidades de produtos e serviços para a terceira idade. Seja criativo e justifique.

Entrega: 30/11


*SAMARA, B.S; MORSCH, M.A. Comportamento do Consumidor: conceito e casos. São Paulo: Prentice Hall, 2005: p. 95-98)

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Tele System lança TV de bolso customizada para o Corinthians

Da Redação - TelaVivaNews - 09/11/2010

A Tele System Eletronic do Brasil lançou a Pocket TV do Timão em parceria com o Corinthians. O aparelho de bolso tem tela de 3,5 polegadas e pesa 130g, receptor de TV digital no sistema ISDB-TB One-Seg, gravador de vídeo programável (até cinco horas de programação de TV em cartão SD de 1Gb) e estação multimídia completa. Fabricado na Zona Franca de Manaus, o aparelho traz o emblema do time na embalagem, na bolsa protetora e no próprio aparelho. Ao ser ligado, a tela de abertura também faz alusão ao clube e o usuário pode assistir a um slide show com imagens do Memorial do Corinthians.

Luís Paulo Rosenberg, diretor de marketing do Corinthians, afirmou que o lançamento da TV portátil, como uma das ações no ano do centenário do time, tem a ver com a proposta do clube de facilitar o acesso do corinthiano ao desempenho da equipe. Com ela, o torcedor pode ver os jogos do time quando são exibidos na TV e outros conteúdos da TV digital aberta em qualquer lugar onde haja sinal disponível. “É algo que vai se popularizar e espalhar”, observa. Marco Szili, diretor geral da Tele System, explicou que a área esportiva é a que tem maior apelo para a mobilidade e a parceria com o Corinthians, por meio do licenciamento da marca, é uma aposta neste segmento.

Prezadas e Prezados, comentem a notícia a partir das idéias de grupos e classes sociais que discutimos em sala.

sábado, 6 de novembro de 2010

Estudo Dirigido V - A Cara Brasileira


Com base no texto Interface - A Cara Brasileira (no Sol - Material Didático)


a) como você caracteriza a cultura brasileira em um comercial para ser exibido no exterior;



b) com base nos principais traços de "A Cara Brasileira" avalie que aspectos positivos deveríamos valorizar cada vez mais em nossa cultura e que aspectos negativos deveríamos eliminar urgentemente. Justifique.



c) caso você fosse criar uma campanha publicitária para transformar esses valores, que elementos utilizaria em sua mensagem para obter um resultado eficaz?



d) Utilize o quadro abaixo e acrescente outros exemplos de valores, costumes, rituais, mitos e objetos e artefatos da cultura brasileira.




Data da entrega do trabalho impresso: 18/11

Quadro: Operário (1933) - Tarsila do Amaral

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Luxo popular brasileiro

A nova classe média brasileira tem suas próprias as pirações e referências

Por Luiz Alberto Marinho - Revista Gol - no. 102 - set. 2010


Há cerca de 30 anos, o genial Joãosinho Trinta defendeu-se das acusações de exagerar nos espetaculares desfiles da sua Beija-Flore de Nilópolis com uma frase memorável: "Povo gosta de luxo, quem gosta de miséria é intelectual". A ideia refletia uma verdade da época, quando tudo levava a crer que o tal luxo cobiçado pelos pobres era uma fiel reprodução da vida dos mais rcios.

Os tempos mudaram. Hoje, o significado do luxo para a nossa emergente nova classe média não é necessariamente igual ao luxo da elite. Pesquisa recém-concluída pela consultoria A Ponte, do publicitário André Torreta, sugere que começa a surgir o conceito de "luxo popular brasileiro". Quer um exemplo? Para as classes mais altas, luxo é uma maneira de ser ou de sentir-se diferente dos outros. Para a classe C, ao contrário, é uma forma de inclusão, de ter o que os outros já têm. Outra diferença é que para os jovens da nova classe média luxo está essencialmente ligado a marcas e produtos e não a experiências, como viagens, orgias gastronômicas ou aventuras esportivas.

A pesquisa d'A Ponte mostrou que para a classe C existem três tipos de luxo - o inatingível, o da autoestima e o do pertencimento. O luxo inatingível, representado por carros caríssimos, bolsas e sapatos de "muitos mil reais", como dizem os entrevistados, não só não faz parte da vida dessa garotada emergente como também não habita seus sonhos de consumo. Importante mesmo é o luxo da autoestima, que passa pela compra de produtos ligados a moda ou beleza e faz com que essas pessoas se sintam bem com elas mesmas.

Isso inclui deste tênis até unhas coloridas, apliques para o cabelo e acessórios. Nesse caso, para se sentir bem, vale até mesmo recorrer a "réplicas", que é um nome chique para falar de produtos piratas. Finalmente, o luxo do pertencimento é traduzido por marcas e produtos que ajudam a nova classe média brasileira a ser mais bem-aceita nos lugares que frequenta, seja o trabalho ou a própria comunidade onde mora. ou seja, para fazer parte da turma e sair bonito na foto, as regras são cuidar da aparência e usar, afinal, aquilo que todo mundo usa.

Um dos grandes méritos desse trabalho é questionar, mesmo que indiretamente. a noção de que os mais pobres aspiram ser como os mais ricos. O argumento "aspiracional" tem sido usado largamente nos últimos anos para justificar muitas campanhas equivocadas. Agora começa a ficar claro que a nova classe média - que é a maior parte da população brasileira, diga-se de passagem - tem suas próprias aspirações e referências. É bom respeitar isso.

Prezadas e Prezados, comentem o artigo e digam com essa nova visão pode afetar o mercado publicitário.