Prezadas e Prezados,
Encontra-se no Material Didático do SOL o texto do terceiro estudo dirigido. Ao final do documento há as perguntas para serem respondidas e entregues, imopressas, no dia 05/11.
Ratifico que esta data é a mesma de nossa terceira avaliação, onde serão cobrados os capítulos 1 e 2.
Bons estudos.
quarta-feira, 31 de outubro de 2012
terça-feira, 23 de outubro de 2012
Como os brasileiros gastam
Por Amauri Segalla e Fabíola Perez - Revista Isto É - Ed. 2210 - 21/03/12
Prezadas e Prezados, analisem esses gráficos publicados em reportagem da revsta Isto É e façam a sua própria análise sobre o comportamento do consumidor neste momento do Brasil.
Prezadas e Prezados, analisem esses gráficos publicados em reportagem da revsta Isto É e façam a sua própria análise sobre o comportamento do consumidor neste momento do Brasil.
segunda-feira, 15 de outubro de 2012
Pesquisar o comportamento do consumidor é fundamental para inovar
Estudos aprofundados e rotineiros são
essenciais para que as marcas avancem em relacionamento com compradores.
Tema, novo no Brasil, ainda encontra barreiras entre teoria e prática
Por Isa Sousa - Mundo do Marketing - 11/10/2012
Rio de Janeiro - O estudo aprofundado e rotineiro do comportamento do
consumidor é a principal ferramenta para que as empresas se posicionem -
ou reposicionem - de forma assertiva no mercado. Mais do que produtos e
serviços avançados e de qualidade, é necessário avaliar o que pensa e o
que realmente deseja quem compra. Ainda que óbvio para alguns grupos,
as pesquisas são as principais fontes para que a inovação seja uma aliada, e não uma inimiga, das marcas.
Por parte das organizações, a atenção é para um cenário mais competitivo, onde é fundamental colocar em prática o que se tem bem determinado na teoria. “As marcas têm que entender de maneira mais profunda que esse caminho da pesquisa, de entender o consumidor, é essencial, até mesmo pela sofisticação do mercado brasileiro. Tanto o consumidor se tornou mais exigente, como a concorrência aumentou. E o insight de melhorar e se aprimorar vem da pesquisa, das lacunas e das formas como os compradores lidam com os produtos”, avalia Maribel Suarez, professora do COPPEAD/UFRJ.
Entre as marcas que entenderam o processo de diálogo, estão cases de sucesso do Nintendo Wii e da Apple, que não necessariamente têm as melhores tecnologias, mas conseguem gerar desejo. “A mudança de linguagem está na forma de compreender o produto. No caso do videogame, eles criaram algo que não é parado, apático, que as pessoas jogam sentadas. Existe ali uma atividade física. Os iPhones também não são os mais desenvolvidos do mercado, mas o consumidor tem vontade de ter um pela forma que a marca trabalha. Uma alteração na visão do que se vende cria uma inovação em relação à concorrência, que não está conseguindo perceber”, completa Maribel.
Entre o papel e a ação
Apesar da compreensão de que pesquisas aprofundadas do comportamento do consumidor são fundamentais para que as marcas realizem ações de inovação, a grande barreira no Brasil ainda é colocar em prática o que se sabe em teoria. Boa parte da dificuldade se deve ao entendimento errôneo de que é necessário priorizar o olhar da empresa e não o do consumidor, que é exatamente quem vai gerar o faturamento.
Outro desafio é especificar as formas de interação. “Os grupos precisam sair da cadeira e olhar a realidade dos clientes. Não só por meio das pesquisas, mas todas as formas de interação, como nos pontos de venda e na internet. Não existe outra forma. É preciso entender plenamente a realidade de seu público, a classe ao qual pertence e suas necessidades específicas”, avalia Maribel Suarez.
Esse “olhar para fora” também será fundamental ao se avaliar o desempenho de grupos concorrentes. “Não se pode ficar só no sucesso dos últimos anos. As empresas precisam entender as mudanças e estar à frente. Uma regra fundamental é que a inovação representa a dinâmica da competição. Quem é líder precisa inovar para se manter na liderança e quem não é, precisa inovar para conquistar mercado”, afirma a professora.
Redes sociais servem como ferramenta de pesquisa
Mais do que uma opção, a atuação das marcas nas redes sociais se transformou em uma obrigação. Além de estarem ligadas à inovação, já que são formatos recentes de comunicação, as mídias sociais são fundamentais também no processo de compreensão do comportamento do consumidor.
O diferencial, no entanto, é que estas redes não podem ser vistas como pertencentes à área de estratégias de marketing tradicionais. “É preciso entender que a relação é a mesma com o consumidor, seja na internet, na loja ou na rua. As pessoas trabalham há anos com o dinheiro no banco, que é uma forma ‘virtual’, e com o dinheiro no bolso e ninguém fala ‘tenho R$ 50,00 reais na minha carteira e R$ 5 mil de dinheiro digital’. Portanto, o pensamento das marcas tem de ser integrado e se desdobrar em diversos ambientes”, define a professora Maribel Suarez.
O tema comportamento do consumidor e mídias sociais será, inclusive, um dos debates durante o 4º Encontro Internacional COPPEAD de Comportamento do Consumidor, que será realizado no dia de 30 de Outubro, no Rio de Janeiro. Entre os especialistas estão confirmados Robert Kozinets, professor da Schulich School of Business, no Canadá, e Johanna Moisander, coordenadora do programa de Doutorado em Comunicação Empresarial na Aalto University School of Economics, autora do livro Qualitative Marketing Research: A Cultural Approach.
Prezadas e Prezados, façam uma co-relação entre essa reportagem e o que estamos vendo em sala de aula.
segunda-feira, 1 de outubro de 2012
Aula 01/10
Prezadas e Prezados,
No dia 1o. de outubro, haverá
Neste dia, o campus terá
Para a nossa disciplina,
1) Escolha uma das
2) Coloque o título no
3) Fala um resumo de 10
4) Disserte, com, no mínimo,
segunda-feira, 24 de setembro de 2012
Estudo Dirigido II - Psicanálise, Teoria de Maslow e Anúncios
1) Selecione anúncios em revistas;
2) Selecionar um anúncio com ênfase em cada necessidade apontada pela Teoria de Maslow (total de cinco anúncios). Justifique a escolha.
3) Selecionar um anúncio com ênfase aparente em cada uma das características psíquicas (Id, Ego e Superego) (total de três anúncios). Justifique a escolha.
Os anúncios dos itens 2 e 3 podem ser coincidentes.
4) Escolha um dos anúncios e faça uma interpretação usando, como base, uma das teorias de motivação. *exceto para aqueles grupos formados no dia 19/09.
segunda-feira, 10 de setembro de 2012
Kaiser aposta em ação digital para mudar percepção da marca
Cervejaria HEINEKEN - Kaiser - Geladeira que posta (pt) from The Festivals on Vimeo.
Degustação às cegas e interação pelo Facebook impactaram milhares de pessoas em apenas um dia; Case foi escolhido destaque de agosto pelo IAB Brasil
Release publicado em Inteligemcia - 28/08/2012
Visando mudar a percepção de marca de uma das cervejas mais
tradicionais do mercado brasileiro, a Kaiser e a agência F.biz
desenvolveram uma ação interativa com uma geladeira que tirava fotos e
postava as imagens no perfil do Facebook das pessoas que interagiam e na
Fan Page da Cervejaria HEINEKEN. Em apenas um dia de ação, foram
tiradas centenas de fotos e milhares de pessoas foram impactadas, além
de ter gerado inúmeros posts discutindo a textura e o sabor da cerveja
“desconhecida”. Pela criatividade, o case foi escolhido pelo IAB Brasil
como destaque do mês de agosto.
A agência encheu a geladeira interativa com garrafas de cerveja sem
rótulo e os consumidores eram convidados a participar de uma degustação
às cegas para experimentar a “Cerveja bem Cervejada”, produzida pela
Cervejaria HEINEKEN, e comentar o que realmente acharam do produto. Como
as pessoas não sabiam qual era a cerveja, estavam livres de quaisquer
conceitos anteriores sobre a marca.
Dias depois, quando a campanha entrou no ar, todos ficaram sabendo
que tinham provado a Kaiser, que passava a ser produzida pela Cervejaria
HEINEKEN. Quem gostou do sabor curtiu no Facebook e manteve sua opinião
positiva. Um vídeo que conquistou mais de 210 mil visualizações
completou a ação: o humorista Fabio Porchat conversou com consumidores
para captar sua percepção sobre o novo produto.
“O grande diferencial dessa ação é que ela permitiu que a experiência
de degustar uma cerveja fosse compartilhada em tempo real com centenas
de pessoas. Ou seja, não foi só uma degustação nem só uma geladeira que
postava fotos. Conseguimos juntar as duas coisas e fazer com que uma
simples experimentação de produto tivesse um impacto multiplicado pelo
número de amigos do Facebook”, afirma Lisi Kindlein, diretora de Criação
da F.biz.
Prezadas e Prezados, como trata-se de um release é aberto para o questionamento. Dêem sua opinião sobre a ação mas também sua própria percepção sobre o produto.
segunda-feira, 3 de setembro de 2012
Discovery Kids divulga resultados da pesquisa "Razão ou Emoção: o que conecta as famílias atuais?"
Da Redação do Tela Viva News - TV por assinatura - 28/08/2012, 18h03
O Discovery Kids divulgou nesta terça-feira, 28, o resultado de sua pesquisa anual intitulada “Razão ou Emoção: o que conecta as famílias atuais?”. Realizada pelo quarto ano consecutivo, a pesquisa anual da programadora – que abordou temas diferentes em cada uma de suas edições, normalmente colocando as crianças em foco – busca entender os hábitos do novo consumidor, cada vez mais conectado, através do mapeamento da dinâmica familiar. Para isso, foram entrevistados 1.525 pais de 13 estados do país, com filhos de até dez anos de idade e que tivessem TV por assinatura em suas residências.
Segundo Marcela Dória, gerente de pesquisa da Discovery Networks no Brasil, um dos objetivos da pesquisa é entender o público da emissora, que tem crescido juntamente com o mercado de TV por assinatura: “com a penetração cada vez maior da TV por assinatura nos lares, queremos conhecer e entender estes novos espectadores”, afirma. Desta maneira, o estudo encontrou alguns pontos em comum entre os pais entrevistados, principalmente em suas preocupações: com famílias menores (61% possuem apenas um filho) e pais mais maduros e com grau superior completo, a formação educacional e moral do filho – assim como sua saúde e socialização (principalmente digital) – aparecem como preocupações prioritárias para este público.
Para separar os pais de acordo com suas preocupações e comportamentos, a pesquisa os identificou e separou em quatro tipos diferentes: engajados, observadores, interativos e participativos. Os pais engajados (40% do público entrevistado) – grupo que contempla famílias de renda intermediária com filhos mais novos – são aqueles que buscam uma conexão com os filhos através do coração, transmitindo suas próprias experiências a partir de uma interação lúdica, e acabam dando maior poder de decisão para eles. Já os pais observadores (30%) também tem renda familiar intermediária, mas seus filhos são mais velhos. Eles utilizam a intuição para entender suas necessidades, não cedendo às vontades dos filhos e adotando um perfil mais controlador.
Os pais interativos (20% dos entrevistados) – famílias com renda e nível educacional mais baixos – são mais liberais e dão maior poder de consumo aos filhos – atendendo às suas vontades tanto em suas compras quanto na programação – uma vez que priorizam atividades em que podem interagir com os filhos, que são muito presentes em seu dia-a-dia. Assemelham-se, assim, aos pais participativos (10%) – grupo composto por famílias de renda maior que também dão autonomia para seus filhos terem poder de escolha na hora da compra. A diferença aparece na hora de assistir televisão: mais preocupados com a saúde, estes pais proibem as crianças de ficarem muito tempo em frente ao computador ou à televisão, e escolhem o que seus filhos vão assistir.
Segundo os dados recolhidos, que também apontaram que 75% deste público assiste mais à TV por assinatura do que à TV aberta, foi possível constatar que não só a renda familiar, mas também a idade dos pais determina muito as conexões que eles têm com seus filhos. Desta maneira, seguindo as projeções de que até 2015 serão 22 milhões de lares com acesso a TV por assinatura (totalizando 79 milhões de espectadores), é importante saber diferenciar cada um desses tipos de pais, a fim de elaborar estratégias de comunicação para todo o público do canal.
Prezadas e Prezados, como viram a questão da tipologia ainda permanece como um referencial importante para entender o mercado. No entanto, como vimos em aula, todo método para tentar entender o comportamento do consumidor pode ser questionado, assim como seus resultados. Assim, elenque os méritos dos resultados deste levantamento assim como seus contrapontos e contraditórios.
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