terça-feira, 13 de setembro de 2011

Anúncio que usa imagem do Cristo Redentor para incentivar traição revolta Igreja Católica no Rio

De Rodrigo Teixeira - Especial para o UOL Notícias - 06/09/2011 - 16h58 

Um anúncio publicitário do site de encontros Ohhtel.com –voltado para quem procura sexo fora do casamento– que usa uma imagem do Cristo Redentor ao lado de uma mensagem incentivando relações extraconjugais no Rio de Janeiro causou revolta na Igreja Católica. “Tenha um caso agora! Arrependa-se depois”, diz o anúncio.
Para a Arquidiocese do Rio, responsável pelo santuário onde está o Cristo e detentora dos direitos de imagem, o anúncio é uma “blasfêmia” e denota uma ofensa sem precedentes. O caso pode acabar em uma ação criminal na Justiça.
Segundo a assessoria de imprensa da arquidiocese, o setor jurídico da instituição já solicitou a retirada, de imediato, do outdoor localizado na avenida Armando Lombardi – um dos principais acessos para quem chega a Barra da Tijuca, zona oeste da capital fluminense.
“O uso do Cristo Redentor neste outdoor é um absurdo. É um desrespeito à fé, à integridade religiosa, à imagem de Jesus. O Redentor agrega coisas boas e não combina com coisas errôneas, obscuras. A comunidade católica está chateada. Não faz sentido o Cristo ser vinculado a um anúncio como este. Eles foram muito imprudentes”, diz o reitor do Santuário do Cristo Redentor, padre Omar Raposo.
A responsável pelo marketing do site no Brasil, Karen Neohas, afirma que a empresa não teve a intenção de ofender a Igreja Católica e que a ação foi uma demanda publicitária. "A escolha do Cristo foi uma forma encontrada para nos aproximarmos do público no Rio, para aumentar nossos assinantes na cidade. A compra da imagem foi feita pelo nosso escritório em Las Vegas, milhões de sites vendem estas imagens", disse Karen.
A representante afirma que ainda tem contrato de mais duas semanas de publicidade no local, mas avalia a possibilidade de ceder o espaço para a Arquidiocese. "Vamos oferecer o espaço para a Igreja, tentamos contato com eles, mas ainda não obtivemos resposta. É uma forma de retratação, nosso objetivo não era ofender a ninguém, no mais tardar, até amanhã, a imagem não estará no local.”

Entenda como funciona o site

O polêmico serviço do site Ohhtel.com é um sucesso nos EUA –onde tem 1,3 milhões de usuários e ganha um novo inscrito a cada 30 segundos– e foi lançado em maio na Argentina, onde 70 mil pessoas se cadastraram em 50 dias. No Brasil, o serviço estreou em 11 de julho deste ano.
Segundo os organizadores, o site já tem mais de 190 mil membros no país. Além de EUA, Brasil e Argentina, o serviço é oferecido também no Canadá e no Chile.
O sistema funciona por meio de perfis: os usuários exibem suas preferências sexuais e podem travar conversas on-line ou trocar mensagens com perfis de seu interesse. O cadastro é gratuito, mas os homens precisam pagar uma taxa para se ter acesso ilimitado; já as mulheres têm acesso grátis.
A vice-presidente de operações para o Brasil, Lais Ranna, afirma que o objetivo da empresa é atender pessoas que vivem em um casamento sem sexo, mas não querem o divórcio.
Para Ranna, a infidelidade pode ser o segredo para um casamento duradouro. “O Ohhtel vai mudar a forma como os brasileiros enxergam o casamento e a infidelidade. É um serviço polêmico e muitas pessoas são contrárias a ele, porém muitas agradecem ao Ohhtel.com por existir.”
Uma pesquisa realizada entre os brasileiros, porém, indicou que o perfil de quem procura o site por aqui é diferente do encontrado em outros países. “Os próprios usuários responderam um questionário sobre seus hábitos sexuais e relacionamentos. A porcentagem de homens que afirmaram ter relações sexuais dentro do casamento mais de uma vez por semana foi 36% e a de mulheres, 33%” diz Lais.
O principal motivo apresentado pelo público masculino para trair foi a necessidade de “variar”. Na ala feminina, a razão alegada foi a necessidade de "romance".
Mais da metade dos usuários afirmam ter tido pelo menos cinco casos fora do casamento, mas que não pedem o divórcio porque amam suas mulheres. Entre as mulheres cadastradas pesquisadas, 38% afirmam ter tido de dois a quatro relacionamentos fora do casamento, enquanto 50% delas também alegam amor ao marido para o fato de continuarem casadas.

Prezadas e Prezados, o que essa notícia nos diz sobre comportamentosocial e individual e a publicidade?

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Venda de imóveis não vive mais sem internet, aplicativos e redes sociais

Por Letícia Alasse, do Mundo do Marketing, em Exame.Com, Estratétia, em 31/08/2011
Matéria sugerida pela colega Camila Gonçalves

Quase 100% das compras passam em algum momento pela internet

Rio de Janeiro - Nada de entrar em canteiros de obras ou stand de vendas. Já há alguns anos, quando um consumidor decide comprar um imóvel, o seu ponto de partida é a internet.
Por isso, construtoras e imobiliárias passaram a investir em conteúdo e ferramentas digitais para conquistar o público e se aproximar dos clientes.
Sites, blogs, canais multimídia, perfis em redes sociais, aplicativos para smartphones, ações mobile e atendimento online formam a base do alicerce para se vender uma casa atualmente.
As compras de imóveis pela internet, no entanto, estão ainda longe de ser uma modalidade de transação efetiva. Os tramites burocráticos da ação não permitem que o consumidor realize todas as etapas da compra no conforto da sua casa.
As imobiliárias, por outro lado, oferecem cada vez mais serviços online, deixando apenas que as assinaturas de contrato sejam presenciais. Até os casos de compras do exterior, por enquanto, são realizados por um procurador.
“Acredito que vamos ainda vender um empreendimento 100% pela internet. Não será hoje, mas no futuro conseguiremos que o cliente escolha e compre seu imóvel por meio de um certificado e uma assinatura digital, que já existe, e faça o pagamento da entrada via internet bank”, declara Gustavo Zobaran, especialista em comércio eletrônico e coordenador de departamento de marketing digital da Brookifield.
Estratégias para diversificar no mercado
Os meios digitais têm um papel importante no plano de divulgação, venda e pós-venda de empreendimentos imobiliários.
Em 2010, a Cyrela contabilizou 20% das vendas realizadas por meio de um canal online, o dobro do ano anterior. O site da companhia recebeu quatro milhões de visitas no mesmo período.
“Acreditamos que uma fração desses acessos gera contatos e uma fração de contatos gerará vendas”, afirma Fernando Moulin, gerente-geral de E-Business da Cyrela Brazil Realty.
Em 2011, as construtoras passaram a investir em novidades para atrair o público e aumentar o relacionamento das empresas com os clientes, com ações desde o chat online com os corretores a aplicativos para smartphones e canais de comunicação pelas redes sociais.
Afinal, a busca por imóvel no meio digital não é mais uma novidade e todas as imobiliárias já possuem, pelo menos, uma página na web.
Por isso, a Coelho da Fonseca aumentou sua presença nas redes sociais como um caminho para o crescimento de vendas. Recentemente, a empresa criou um brand channel no Youtube com mais de 1.200 vídeos com lançamentos e informações que os internautas buscam por meio de filtros ou por um mapa.
Somente em três dias no ar, o canal de pesquisa já tinha recebido mais de 10 mil acessos. “Percebemos que o cliente passava muito tempo olhando os vídeos no site e decidimos criar uma ferramenta totalmente inédita na América Latina”, afirma Allan Fonseca, diretor de canais e inovação da Coelho da Fonseca.
A busca pela inovação
A plataforma de atendimento online da Cyrela existe desde 2003 e após tanto tempo a empresa decidiu inovar na comunicação com o cliente.
No início do ano, a companhia estreou no Facebook com a intenção de criar uma plataforma direta de diálogo com os compradores. O chat virtual com o corretor do site passou a ser disponível também na fan page da marca, que hoje conta com mais de 8,4 mil usuários.
“A capacitação do corretor online na relação com o cliente é totalmente direcionada para converter o contato em uma visita, um agendamento e até uma possível venda. Consideramos que um negócio foi fechado pela internet quando todo o processo de escolha é realizado por meio desse corretor”, explica Moulin, da Cyrela.
Na busca pela inovação a construtora também entrou no Instagram. A rede social de compartilhamento de fotos pelo Iphone foi usada como ferramenta para a campanha promocional “Decora Minha Casa”, realizada em parceria com a Florense Alphaville. A ação, ainda em andamento, premiará um usuário com móveis planejados no valor de R$ 10 mil para transformar um cômodo da casa. Com o projeto, a Cyrela pretende transmitir o conceito de realizadora de sonhos e aumentar o relacionamento da marca com os consumidores.
Ações de mudança
Para ir além, a Coelho da Fonseca disponibilizou o site e sua página no Facebook em seis línguas para aumentar a comunicação com todos os públicos, já que os estrangeiros representam 5% dos acessos totais dos canais da empresa. Presente em 16 capitais brasileiras, a imobiliária de alta renda estima que 30% das vendas realizadas no ano passado começaram pelo meio online.
“Para não criar confusão no mercado, não comunicamos que realizamos vendas pela internet. Mas quase 100% dos clientes para procurarem um imóvel em algum momento passam pela internet”, esclarece Allan Fonseca.
A falta de uma regulamentação e indicadores do comércio eletrônico, principalmente no setor imobiliário, não permitem que as companhias digam que realizaram vendas pela internet. Apenas mediante uma norma reguladora, que faça com que todas as empresas sigam os mesmos indicadores, é que será creditada uma quantificação de vendas online. Cada empresa segue atualmente seus próprios padrões.
Realizações pioneiras
Já é possível, contudo, receber informações de imóveis até mesmo por SMS. Nas placas de vende-se de algumas casas relacionadas a Coelho da Fonseca, por exemplo, o consumidor encontra um código para enviar uma mensagem e recebe todas as informações e fotos da casa pelo celular. A ação realiza um movimento de crossmedia, transportando os usuários da mídia offline para os canais online.
Indo para o relacionamento com o cliente online, a Masb, criada em 2007, a partir de uma equipe de antigas construtoras, criou o portal meu Meu Masb, que permite aos clientes terem todos os dados financeiros, boletos bancários, estatísticas do andamento das obras e a possibilidade de antecipar as parcelas do pagamento apenas acessando o canal. Em ação desde o começo do ano, a página recebeu 52 mil visitas e 40% dos clientes já a utilizam.
“Trabalhamos com empreendimento na planta e o ciclo é muito longo, geralmente três anos. Durante este tempo, recebíamos muitas demandas, principalmente de questões financeiras, por isso há um ano e meio começamos a planejar o canal de relacionamento com o cliente parar resolver estas questões em um ambiente totalmente online”, conta Camila Enoque, Coordenadora de Comunicação da Masb.

Prezadas e Prezados, comentem sobre o artigo e digam, na opinião de vocês, onde os profissionais de publicidade e propaganda se encaixam nesta 'bagaça'.

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Estudo Dirigido II - Publicidade, Características Psíquicas e Processos de Negação

Esse exercício refere-se a aula de 3 de setembro de 2011, como reposição.


1) Selecionar 6 anúncios de revista;



2) Três dos anúncios devem representar uma ênfase em uma das três características psíquicas (Id, Ego e Superego). Justifique sua escolha.


3) Os demais três anúncios devem representar os três processos de negação dos desejos (Projeção, Identificação e Sublimação). Igualmente justifique sua escolha.




4) Escolha um dos anúncios anteriores e faça sua interpretação a partir das teorias da motivação (Behaviorista, Cognitiva, Psicanalítica e Humanista).




Prazo: 05/09/2011



Trabalho individual

Conheça os serviços que permitem ver programas de TV a qualquer hora


Brasil já está na onda dos vídeos sob demanda, febre nos EUA.
Serviços permitem assistir a programas por streaming na rede.

Laura Brentano Do G1, em São Paulo, 15/08/2011

Assistir a filmes e seriados a qualquer hora se tornou uma tendência entre os usuários graças à internet. Velocidades de acesso cada vez mais rápidas permitiram que o internauta baixasse vídeos em alta definição, aproximando o computador das funções da TV. Agora, o movimento é no sentindo contrário: as TVs é que ganharam tecnologias que deixam nas mãos do telespectador a opção de escolher quando ele quer ver seu programa predileto.

“Algumas coisas não adianta tentarmos lutar contra. O consumidor quer assistir ao programa favorito dele a qualquer hora. A evolução da tecnologia da TV permitiu juntar a alta definição com essa característica sob demanda inerente da internet”, diz Márcio Carvalho, diretor de produtos e serviços da Net, que lançou em abril o NOW.

A solução da Net é exclusiva para assinantes Net HD e Net HD Max. Assim que a tecnologia chega à região do cliente, um ícone do NOW entra automaticamente na TV, sem nenhuma cobrança adicional. Por meio dessa plataforma, o usuário pode navegar pelos programas e selecionar os episódios que quer assistir. Também há a opção de alugar filmes. Os lançamentos em HD custam R$ 10, enquanto do catálogo saem por R$ 3,90.

O NOW usa a capacidade da rede de fibras ópticas da Net para entregar o conteúdo aos clientes, diferentemente do Netflix, serviço de vídeos popular nos Estados Unidos e que anunciou que chegará ao Brasil ainda em 2011.

“O Netflix transmite vídeos inteiramente pela internet e depende da web para isso. Já o NOW usa apenas a rede de fibras da Net. Nos EUA, um serviço similar ao NOW foi lançado pela operadora Comcast há seis anos. Aqui demorou para chegar pois não tínhamos estrutura”, conta Hugo Marques, consultor de engenheira da Cisco no Brasil, que fornece a plataforma para o NOW.

Tanto o modelo do Netflix quanto do NOW possuem a característica de entregar vídeos por streaming, ou seja, as imagens não precisam ser baixadas ou armazenadas no computador ou na televisão antes de serem assistidas. “Eu aperto o ‘play’ no controle remoto e recebo o vídeo pela rede de fibra ótica ou pela internet automaticamente, sem precisar fazer o download do conteúdo”, explica Marques. No Netflix, os vídeos podem ser acessados de qualquer dispositivo, como smartphones, tablets e notebooks. O NOW funciona apenas pelo decodificador da Net conectado à TV.

As operadoras TVA e Sky também possuem serviço de vídeo sob demanda com a mesma tecnologia do NOW – transmissão por fibra óptica. O “Sky on demand” disponibiliza 30 títulos entre filmes e shows para clientes HD. Depois de apertar o “play”, o usuário tem até 24 horas para assistir aos filmes. Alguns deles são gratuitos e outros custam R$ 4,90 e R$ 9,90. A TVA possui uma locadora virtual com 1,3 mil títulos. O serviço é oferecido apenas na cidade de São Paulo. Os custos variam entre R$ 3,90 (para filmes do catálogo) e R$ 9,90 (para lançamentos).

Aluguel de DVD
Nos Estados Unidos, por US$ 8 por mês, o usuário do Netflix pode assistir a filmes e seriados ilimitados pela internet em computadores e televisores. Por lá, TVs inteligentes e aparelhos multimídia já vêm com um aplicativo do Netflix instalado, como a Apple TV, que permite aos usuários fazer streaming de vídeos. Em maio, lojas que comercializam produtos da Apple no Brasil confirmaram que a empresa planeja vender cartões pré-pagos para o iTunes. Com a notícia, surgiram rumores de que a Apple TV também chegaria ao Brasil.

O Netflix foi fundado em 1997 como uma locadora virtual de filmes que entregava o DVD físico na casa do consumidor. A empresa ainda mantém esse serviço, assim como a brasileira NetMovies, criada em 2009 com o objetivo de vender assinaturas de aluguel de DVDs. Hoje, além dos 25 mil títulos disponíveis em DVD, a empresa tem 4 mil vídeos on-line que podem ser acessados por streaming em TVs conectadas, computadores e smartphones.

Por R$ 9,90 por mês, o usuário pode assinar um pacote que dá acesso ilimitado aos vídeos on-line. Por R$ 15,90, além dos vídeos por streaming, ele tem direito a receber um DVD físico em casa. Em 2010, o NetMovies lançou o primeiro serviço de venda avulsa para as TVs conectadas da LG. Em abril, o serviço “Premium” chegou às smarTVs da Samsung, que permite comprar filmes recém-lançados.

Na tabela abaixo, confira os serviços de vídeo por streaming que já foram lançados no Brasil e aqueles que devem chegar em breve.

JÁ CHEGOU AO BRASIL
NetMovies (Foto: Reprodução)
O NetMovies é uma locadora de vídeos virtual que disponibiliza 4 mil filmes on-line, para serem acessados por streaming pela internet, e entrega em casa mais de 25 mil títulos em DVD e Blu-ray. A assinatura ilimitada de vídeos custa R$ 10. Por R$ 15,90, o usuário ainda recebe em casa um DVD físico. A NetMovies já tem assinantes em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso do Sul, Espírito Santo, Pernambuco, Bahia, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Alagoas e Sergipe.
Net NOW (Foto: Reprodução)

O NOW é uma plataforma de vídeos sob demanda que leva filmes, seriados e programas de TV por meio de streaming para os assinantes. Nenhuma cobrança adicional é feita aos assinantes Net HD e Net HD Max para acessar programas de alguns canais. O aluguel de filmes custa R$ 10 para os lançamentos em HD e R$ 3,90 para os do catálogo. O NOW já está disponível em São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Brasília, Curitiba, Belo Horizonte e Campinas.
Sky on demand (Foto: Divulgação)
O serviço “Sky on Demand" permite selecionar 30 títulos entre filmes, shows e documentários para assistir no horário que o assinante quiser. Alguns títulos da grade de vídeos são gratuitos. Filmes mais antigos custam R$ 4,90. Os últimos lançamentos saem por R$ 9,90. “Sky on demand” está disponível para os assinantes HD que possuem o equipamento SKY HDTV Plus. A Sky tem assinantes em todos os estados brasileiros.
TVA (Foto: Divulgação)
A TVA tem um serviço de vídeo sob demanda na Fibra TV que dá acesso a uma locadora virtual com 1,3 mil títulos – incluindo o lançamento de 100 conteúdos em HD. Os custos do serviço variam entre R$ 3,90 (para filmes do catálogo) e R$ 9,90 (para lançamentos, disponíveis durante 24h). O vídeo sob fibra é oferecido apenas na cidade de São Paulo pela TVA.
Muu (Foto: Divulgação)
A Globosat desenvolveu o site Muu, que permite assistir a programas na íntegra em dispositivos móveis e no computador. São 1,4 mil horas da programação dos canais Globosat, como filmes do Telecine e programas do Multishow e GNT. Por enquanto, o serviço está disponível apenas para assinantes da Net, que podem se cadastrar gratuitamente no site. O site Muu pode ser acessado na internet de qualquer lugar do país.

ESTÁ PARA CHEGAR
Netflix (Foto: Divulgação)

Netflix oferece filmes e seriados por streaming na internet. Os vídeos podem ser acessados inclusive em aparelhos móveis, como smartphones. Por US$ 8, usuários do Netflix podem assistir por tempo ilimitado a filmes e episódios de programa por streaming. Em julho, o Netflix anunciou que irá expandir seu serviço para a América Latina, incluindo o Brasil, ainda em 2011.
Apple TV (Foto: Divulgação)
O aparelho Apple TV permite fazer streaming de seriados e filmes diretamente da internet para as televisões, sem a necessidade de armazenar o conteúdo em um disco rígido. O aluguel de filmes parte de US$ 3. Em alta definição, o preço começa em US$ 4. O usuário tem 30 dias para começar a assistir ao filme. Os programas de TV podem ser alugados a partir de US$ 2 e, em HD, por US$ 3. Segundo lojistas, a Apple está preparando o lançamento de cartões pré-pagos para o iTunes no Brasil. A notícia pode sugerir que a Apple TV também está prestes a chegar ao país.

Prezadas e Prezados, como vocês acreditam que será o comportamento do consumidor neste novo consumo de mídia? Como afeta o comportamento da publicidade neste aspecto?

domingo, 21 de agosto de 2011

84% dos internautas brasileiros assistem vídeo online

Da Redação da Tela Viva News - 11/02/2011, 17h59

A grande maioria dos brasileiros que acessam a Internet busca vídeos online. Segundo a pesquisa Estado da Internet no Brasil, da norte-americana ComScore, 84% dos internautas assiste vídeos na Internet. A pesquisa contabiliza pessoas com 15 anos ou mais que acessam a Internet de casa ou do trabalho, descartando aquelas que acessam apenas em outros ambientes, como lan houses. Mesmo assim, a pesquisa aponta que 23% da população brasileira consome vídeos online. O internauta brasileiro assiste, em média, 79 vídeos por mês.

Prezadas e Prezados, sendo com quase 70% da verba publicitária nacional vai para a TV aberta, como esse novo comportamento está afetando, deve ou irá afetar o próprio consumo de mídia e sua vida como publicitário? Por outro lado, recentemente foi divulgado que a verba publicitária para TV aumentou mais de 10%. Como explicar esse paradoxo?

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Estudo Dirigido I - Consumo

Prezadas e Prezados,

Leiam o texto "CONSUMO: A FORÇA QUE MOVE A ECONOMIA", de FABIANE STEFANO e "QUER PAGAR EM QUANTAS VEZES?" de CRISTIANE MANO, publicado na REVISTA EXAME, EDIÇÃO 972, DE 28/7/2010 – PAGS. 20-37.

O texto encontra-se na Seção Material Didático no SOL. Prazo de entrega: 22/08. INDIVIDUALMENTE.

RESPONDA AS SEGUINTES PERGUNTAS:

  1. EM RELAÇÃO AOS NOVOS CICLOS DO CONSUMO, A PARTIR DAS TRÊS TENDÊNCIAS DE ASPIRAÇÕES, DÊ OUTROS EXEMPLOS DE SERVIÇOS E PRODUTOS DE CONSUMO QUE TERÃO IMPULSO, ALÉM DOS CITADOS NA REPORTAGEM, PARA CADA UMA DAS TENDÊNCIAS.

  1. PELA PRIMEIRA VEZ, OS EMPRÉSTIMOS ÀS PESSOAS FÍSICAS SÃO MAIOR DO QUE PARA EMPRESAS. MAS HÁ MUITA MARGEM PARA CRESCER AINDA MAIS. EM QUE DIREÇÃO VOCÊ ACREDITA QUE DEVERÃO CRESCER MAIS (EMPRÉSTIMOS PESSOAIS, FINANCIAMENTO DE VEÍCULOS, DE IMÓVEIS E CARTÃO DE CRÉDITO...)? PORQUE?

  1. QUAIS AS OPORTUNIDADES E OS RISCOS PARA O CONSUMIDOR COM A FACILITAÇÃO DO CRÉDITO?

  1. NAS REPORTAGENS, HÁ ANÁLISES EM VÁRIOS CAMPOS. MAS, PARA O MERCADO PUBLICITÁRIO, QUAIS SERÃO AS OPORTUNIDADES?

  1. E OS RISCOS?

  1. EM QUE ASPECTO AS MUDANÇAS APONTADAS NAS REPORTAGENS AFETARAM A SUA VIDA E DA SUA FAMÍLIA

  1. NAS REPORTAGENS, HÁ EXEMPLOS DE CASOS PESSOAIS. CONTE ALGUM CASO DE ALGUÉM PRÓXIMO QUE TEVE SEU COMPORTAMENTO AFETADO.

  1. POR FIM, FALE SOBRE SENTIMENTOS DOS CONSUMIDORES. O QUE ESSA MUDANÇA PODE AFETAR NO EMOCIONAL DAS PESSOAS DE TODAS AS CLASSES?

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Neoconsumidor exige mudança no mercado

Consumidor multicanal mostra-se mais exigente e preparado para negociações

Por Sylvia de Sá, do Mundo do Marketing - 17/09/2009

A constante expansão dos canais e ferramentas de consumo faz emergir um novo perfil de consumidor: o neoconsumidor. O termo é atribuído aqueles que, além de terem acesso às lojas físicas, estão em contato com outros canais de venda, inclusive os digitais, como internet, TV interativa e celular. Para acompanhar essas mudanças do consumo, a consultoria GS&MD - Gouvêa de Souza, em parceria com a Ebeltof – International Retail Experts, realizou um estudo que mapeou este perfil.

A inserção dos canais digitais na vida das pessoas permitiu que o consumidor tivesse acesso global às informações e às ferramentas para comparação e pesquisa de uma forma mais rápida. Este consumidor multicanal está mais exigente e mais propenso a negociações graças à facilidade para pesquisar e comparar serviços e produtos oferecidos pelas empresas.

“A internet possibilita que os consumidores cheguem às lojas em um patamar diferente do que chegavam há dois anos, por exemplo. Cada vez mais os vendedores encontrarão um cliente mais preparado para negociar graças às pesquisas feitas antes da compra”, explica Luiz Góes (foto), sócio-sênior da GS&MD - Gouvêa de Souza, em entrevista ao Mundo do Marketing.

O levantamento estudou tendências do consumo e o comportamento de compra em quatro setores: alimentação, eletrônico, vestuário e beleza. O projeto foi realizado em 11 países, em um total de 5.500 entrevistas on-line, além de um trabalho de campo no Brasil, com 500 entrevistas em São Paulo, Recife e Porto Alegre.

Brasil é o país que mais pesquisa e compara preços
O estudo concluiu que quanto mais maduro é o país, mais multicanal ele é. No Brasil, o interesse por absorver e participar de canais digitais tende a se expandir em pouco tempo. Um exemplo disso é o dado que indica que 73% dos brasileiros utilizam ferramentas ou sites para comparar preços pela internet, enquanto a média mundial é de 52%.

Este comportamento de consumo influencia as empresas a pensarem em outras ofertas além do preço. “Os varejistas devem oferecer algo a mais, como um serviço de entrega mais rápido ou uma garantia estendida. É necessário também ter uma estratégia multicanal. Se as empresas não estiverem presentes em canais digitais, correm o risco de ficarem para trás no mercado”, diz Goés, da GS&MD - Gouvêa de Souza.

O acesso a meios virtuais também muda a dinâmica da economia no mundo off-line e afeta, inclusive, a relação entre varejistas e fabricantes. A partir do momento em que o consumidor pode fazer todo tipo de comparação, é normal que ele parta para uma negociação mais agressiva. Por isso, a tendência é de que os varejistas trabalhem com margens cada vez mais apertadas e se voltem aos fabricantes para exigirem preços mais baixos.

Desafios do e-commerce
Esta nova realidade do consumo não poderia deixar de incluir o e-commerce. No Brasil, 92% dos entrevistados afirmaram fazer compras pela internet, enquanto a média global é de 88%. O estudo indica dois obstáculos para o setor, tanto mundialmente, quanto nacionalmente.

O primeiro exige que as empresas encontrem alternativas para tornar o processo de pagamento pela internet efetivamente mais seguro. O levantamento indicou que, no Brasil, 55% dos entrevistados não gostam de passar seus dados bancários ou de cartão de crédito pela internet. Mundialmente, essa média é semelhante: 56%.

Já o segundo desafio é tecnológico. As empresas devem evoluir a ponto de fazerem as pessoas sentirem que tem um contato mais próximo com o produto. De acordo com a pesquisa, 55% dos brasileiros não compram pela internet porque gostam de ver, tocar e sentir o produto antes de adquiri-lo. Globalmente, esta média sobe para 66%.

Brasileiros estão dispostos a receberem ofertas via celular
O cenário também exige uma reestruturação do Marketing. A base da escolha do consumidor passa a ser o boca a boca digital, o que reduz o espaço do Marketing tradicional e da mídia de massa. Este movimento exige que as empresas revejam suas estratégias de comunicação.
Segundo o estudo, o Brasil foi o país que apresentou maior índice de interesse em receber promoções e propaganda pelo celular, com 42% dos entrevistados, enquanto globalmente a média foi de 17%. A classe D brasileira foi a que se mostrou mais receptiva, com 51%, seguida pelas classes E (50%) e C2 (43%). A explicação para isso, segundo Goés, é a sensação que as pessoas têm de estarem sendo incluídas social e digitalmente.

O consumidor de baixa renda observa de forma positiva este tipo de oferta, ao contrário do que acontece com as classes sociais mais altas. Esta realidade imprime mudanças na forma de comunicação. É importante que os profissionais encontrem formas de comunicar cada vez mais apuradas para este público.

“A princípio, o consumidor se mostra favorável a este tipo de ação, mas ainda não houve teste para que isso seja comprovado. Eles percebem que seria interessante, mas isso não significa que reagirão positivamente quando forem ‘bombardeados’ por propagandas. As empresas devem encontrar a equação. Uma ideia é patrocinar parte da conta: os consumidores aceitam receber este tipo de material, desde que recebam um bônus em troca, por exemplo”, explica Goés.

Prezados, façamos um debate sobre o tema. Qual a opinião de vocês sobre as questões levantadas no artigo?