segunda-feira, 3 de junho de 2013

Dados apontam que ascensão da classe C incomoda consumidores da classe AB

Na elite, quase metade acha que qualidade dos serviços piorou com acesso da população
 
Pedro Carvalho - iG São Paulo | - Atualizada às

Os consumidores das classes A e B se mostram incomodados com algumas consequências da ascensão econômica da classe C, que passou a comprar produtos e serviços aos quais apenas a elite tinha acesso. É o que apontam dados de uma pesquisa do instituto Data Popular feita durante o primeiro trimestre, com 15 mil pessoas das classes mais favorecidas, em todo o Brasil.

De acordo com o levantamento, 55,3% dos consumidores do topo da pirâmide acham que os produtos deveriam ter versões para rico e para pobre, 48,4% afirmam que a qualidade dos serviços piorou com o acesso da população, 49,7% preferem ambientes frequentados por pessoas do mesmo nível social, 16,5% acreditam que pessoas mal vestidas deveriam ser barradas em certos lugares e 26% dizem que um metrô traria "gente indesejada" para a região onde mora.

"Durante anos, a elite comprava e vivia num 'mundinho' só dela", diz Renato Meirelles, diretor do Data Popular. "Nos últimos anos, a classe C 'invadiu' shoppings, aeroportos e outros lugares aos quais não tinha acesso. Como é uma coisa nova, a classe AB ainda está aprendendo a conviver com isso. Parte da elite se incomoda, sim", afirma Meirelles.

Para especialistas, os consumidores da classe AB correm o risco de fazer críticas mal-direcionadas aos chamados emergentes. "Existem setores, como o de viagens aéreas, que expandiram a quantidade de clientes e perderam em qualidade, deixando o serviço realmente pior", diz Rafael Costa Lima, professor de economia da FEA-USP e coordenador do Índice de Preços ao Consumidor, da FIPE. "A crítica deve ser feita às empresas e à infraestrutura dos aeroportos, não aos novos consumidores", diz Lima.

Para o professor, apesar dos aeroportos superlotados, de modo geral os consumidores de ambos estratos se beneficiam da ascensão da classe C. "Empresas como a Apple e montadoras de veículos vieram produzir e vender no Brasil, porque agora existe escala de consumo, o que trouxe mais opções de produtos para todos", diz Lima. "Além disso, a entrada de milhões de pessoas na classe consumidora foi o motor da estabilidade de crescimento brasileiro nos últimos anos", afirma.


Outro dado curioso da pesquisa do Data Popular mostra que 55% da classe AB acha que pertence à classe média (ou C), enquanto um terço acredita ser um "consumidor de baixa renda". "Ao responder a pesquisa, eles diziam que precisam pagar colégio e convênio de saúde particular para três filhos e viagem para a Disney todo ano, não sobrava dinheiro para quase nada, logo não poderiam ser chamados de classe AB", diz Meirelles, divertindo-se com a afirmação.

Segundo dados recentes , 30 milhões de brasileiros ascenderam à classe média nos últimos dez anos, levando essa camada social a representar 53,9% da população atual. "Se fosse um país, a classe C brasileira seria a 17º maior nação do mundo em mercado consumidor. O Brasil só não quebrou [ na crise econômica internacional ] por causa da ascensão da classe C, que garantiu o consumo interno", diz Meirelles.

Prezadas e Prezados, depois de nosso debate sobre classes sociais, o que podem opinar sobre a notícia acima?

64 comentários:

  1. Como discutimos em sala há a confusão entre classes sociais e classes econômicas, creio que muitos entrevistados se confundiram ao pensar no assunto pois se considerar classe C apenas por não "sobrar" dinheiro para outras coisas pois paga plano de saúde, escola particular e viagem aos EUA?! Há uma confusão! Isso é um fato.
    O que mais vemos, tendo como base tanto a pesquisa quanto a atividade realizada em classe, é que muitos se consideram abaixo de sua classe real pois tomam como principio pensamentos antigos, mas como hoje a economia está diferente, dando mais chances aos emergentes, muitos subiram de classe ECONÔMICA.

    Maria Clara Ferreira
    Publicidade e Propaganda - 6º/manhã

    ResponderExcluir
  2. Acredito que a ascensão da classe C deve incomodar sim os pertencentes a classe AB. Uma vez que esses estão acostumados a uma série de mimos que em muitos ambientes deixaram de existir. Por outro lado a classe C também não quer se comportar como as Classes AB, muito pelo contrário, querem consumir produtos que tenham a ver com seus gostos e estilo de vida e não ser uma cópia de outras classes.
    Algumas marcas reconhecem isso e possuem uma linha de produtos para cada classe, exemplo é a Kopenhagen que abriu uma loja com produtos mais em conta para a classe C, mantendo a mesma qualidade do chocolate da classe A.

    ResponderExcluir
  3. Concordo como que diz o professor de economia da FEA-USP, As empresas não tem que se adaptar as seus novos consumidores e sim prestar um serviço de qualidade a todos.
    A ascensão da classe C incomoda a classe AB, porque os mesmo se consideravam previlegiados em consumir determinados produtos, hoje em dia é dificil para os mesmo verem que tanto um quanto o outro tem condição de comprarem os mesmos produtos e terem um nível de vida igual ou até mesmo melhor do que o deles.

    ResponderExcluir
  4. É notório o crescimento da classe C no Brasil. Em muita situações podemos notar a presença dessa classe que antes era ausente. Porém, muitos serviços, não conseguiram acompanhar este crescimento, o que levou a decadência de seus produtor e serviços oferecidos aos consumidores. As pessoas classificadas como classes AB, sempre acostumadas com um alto padrão, começaram a sentir essas mudanças e se incomodaram com a situação. O que acho que deveria ser feito é as empresas em geral se moldarem a essa nova realidade que vive o Brasil, pois dessa maneira atenderiam a todas as classes, mas não perdendo a qualidade dos seus serviços.

    ResponderExcluir
  5. Este comentário foi removido pelo autor.

    ResponderExcluir
  6. Acho que a critica das classes A e B com o crescimento da classe C está, como dito pelo professor entrevistado na matéria, mal direcionado. Se empresas expandiram sua capacidade de atendimento para conquistar e faturar em cima desse novo publico, sem manter a qualidade de serviço, o erro vem das empresas, não da nova classe consumidora. E uma vez que a classe A e B por muita das vezes é quem rege essas grandes empresas de serviço, para mim soa como se o preconceito de classes não permitisse que eles soubessem do que estão falando. Eles nem sequer sabem identificar a qual classe fazem parte.

    Alex Junio Costa, 6° periodo, PP/manhã

    ResponderExcluir
  7. Como afirmado acima, a ascensão da classe C incomoda muito os pertencentes à classe AB, por esses últimos acreditarem que eles vivem em um "mundo" que é só deles, onde deveria ter lugares e produtos exclusivos para a classe AB, para não haver essa mistura que está tendo hoje em dia.
    Mas, Meirelles disse que justamente por causa dessa ascensão da classe C, que o Brasil não quebrou na última crise, devido ao grande consumo interno, então não podemos simplesmente ignorar essa importância que essa classe deu ao mercado brasileiro.
    De fato, a qualidade de certos produtos e serviços podem ter diminuído, mas acredito que foi para nivelar o máximo que conseguiram para que todos possam pelo menos tentar ter acesso à esses produtos de "alta qualidade".

    ResponderExcluir
  8. Aparte do contexto apresentado e com pesquisas e dados retratados na entrevista vejo que o crescimento econômico mudou o consumo no Brasil, fazendo crescer as vendas de produtos e serviços sofisticados e aumentando o desejo de todas as classes sociais para comprar mais. Desejo esse que vem ganhando disparadamente pela classe C que vem movimentando e cooperando o desenvolvimento da economia, mesmo com tudo relatado no texto a respeito da classe AB sobre a insatisfação deles com a classe C que agora consegue adquirir com mais facilidade produtos antes "restrito/exclusivo", vejo que com essa mudança um Brasil que antes era desigual agora esta conseguindo nivelar de alguma forma as classes, dando oportunidade de igualdade para todos sobre os bens de consumo entre os consumidos, acredito que isso seja beneficente para amba as classes. Apesar das reclamações declaradas da classe AB sobre a C vejo que em muitos aspectos ainda exista produtos/marcas e serviços que sera ainda exclusiva apenas das classes mais superiores. Os consumidos tem que passar a olhar os benefícios que isso trás para o campo brasileiro e não reclamar da quantidade de pessoas que conseguem adquirir determinado produto/serviço. Porque se tem algo errado não vem do consumidor que consome e sim das empresas com a qualidade do produto/serviço que vem caindo dia-a-dia. [Jéssica Félix 5°]

    ResponderExcluir
  9. Essa questão de rico e pobre consumidores hoje em dia é um pouco relativo, pois conheço várias pessoas que são pobres e ganhão um salário minimo por mês mas fazem questão de gastar tudo comprando apenas uma calça de marca. Existir coisa para ricos e para pobre e um grande absurdo! Se um pobre se submete a gastar todo o seu salário em uma calça e a fazer dividas só para viver de aparência, então não devia ter produtos diferentes. Como o próprio texto disse o Brasil só não quebrou por causa das compras da classe C. Então acho se os ricos do Brasil estão achando ruim da convivência com pobres se mudem para um outro país. Por que no Brasil é assim e sempre será essa mistura.

    ResponderExcluir
  10. Essa questão de rico e pobre consumidores hoje em dia é um pouco relativo, pois conheço várias pessoas que são pobres e ganhão um salário minimo por mês mas fazem questão de gastar tudo comprando apenas uma calça de marca. Existir coisa para ricos e para pobre e um grande absurdo! Se um pobre se submete a gastar todo o seu salário em uma calça e a fazer dividas só para viver de aparência, então não devia ter produtos diferentes. Como o próprio texto disse o Brasil só não quebrou por causa das compras da classe C. Então acho se os ricos do Brasil estão achando ruim da convivência com pobres se mudem para um outro país. Por que no Brasil é assim e sempre será essa mistura.

    ResponderExcluir
  11. Como foi analisado pelo pesquisador, o crescimento da classe C no Brasil só contribuiu para o desenvolvimento e estabilidade da nossa economia, ainda mais em um momento econômico crucial para o mundo, que agregou certo estado para o país. A questão de qualidade dos serviços prestados aos consumidores de classes A a C acredito que já não cabe responsabilidade ou intolerância aos consumidores inseridos recentemente e sim das empresas que não conseguiram acompanhar o crescimento da demanda, ou até mesmo não tiveram a percepção de comportamento do público-alvo, no que se refere a o que os levava a consumir o produto, algumas pessoas de classe A consomem determinados produtos e serviços pelo simples fato de terem exclusividade e tranquilidade para consumi-los, pagam caro pra ter esse retorno e de um momento para outro isso se perde.As empresas precisam avaliar seu segmento e público, para a partir daí criar estratégias de inserção do seu produtos para as classes mais populares, isso é uma boa jogada de Marketing, sem desvalorizar a marca por vários motivos decorrentes da inserção de classes sociais populares no mercado consumidor atual.

    ResponderExcluir
  12. Acho interessante a ascensão da classe c no Brasil por vários aspectos não só econômicos. E digo mais foi a classe c, como fatia importantíssima do mercado interno, quem nos ajudou a passar sem tantos problemas pela crise internacional. Mas me preocupa o endividamento.O governo abaixou os juros e continua estimulando a concessão de crédito, mas não educa o povo para lidar com o crédito. Mesmo porque quem viveu a hiperinflação não enxerga isso. Certamente como a classe C cresce a medida em que os financiamentos de materiais em geral se torna bem fácil, uma vez que afundando em dívidas, mas com os bens materiais em dia, a classe C certamente entrará em páreo.

    Klaus Roger - 6° -PP- /Noite

    ResponderExcluir
  13. A classe C cada tem conquistado um espaço no mercado cada vez mais. Com a facilidade e de credito e prazo e juros baixos, o individuo tende a consumir, comprar mais, e isto de certa forma traz benefícios econômicos para os pais, mas esse quadro é preocupante, pois o numero de inadimplentes também cresceram ou seja, o governo estimula o aumento de compra, mas não prepara ou conscientiza o consumidor ao ato de consumir.

    ResponderExcluir
  14. Atualmente ou nos últimos 10 anos, conforme o post, a classe C consumidora atingiu o ápice de consumo das classes AB nos critérios de alta necessidade da modernidade: viagem de avião, mais acesso aos shoppings, supermercados, ingresso à universidade particular e etc. Essa ascensão da classe C não significa totalmente em alcançar as classes AB, pois, existem muitas pessoas da classe C que desfrutam de muitas compras e investimentos porém, conquistou porque houve o acesso de financiamento e parcelamento para poder conquistar o que deseja. Embora, existem muitas pessoas da classe AB que vendem cotas de clube para poder pagar a viagem dos sonhos dos filhos de ir para a Disney. No entanto, a viagem de avião, as compras de carro, celular e roupas do ano e acesso à universidade não significa que o indivíduo pertence à classe C, somente na questão de ser um consumidor equivalente aos indivíduos das classes AB.
    Jussara Pereira Cunha, 6º Período, Noite, Publicidade & Propaganda.

    ResponderExcluir
  15. Viviane Aguiar 6ºPP- Manhã9 de junho de 2013 às 17:39

    Devido as facilidades de pagamento a classe c passou a poder adquirir produtos que antes era mais difícil. Muitas vezes a compra de uma geladeira é dividida em 24x fazendo assim com que a classe c tenha o produto, isso não quer dizer que eles tenham mais poder aquisitivo isso porque demoram para pagar o total do produto.

    ResponderExcluir
  16. Toda empresa deve pensar (e pensa)em crescer e, para isso, depende do consumidor, seja de produtos ou serviços. Se está havendo mais consumidores com o crescimento da classe C, realmente "a crítica deve ser feita às empresas e à infraestrutura" das empresas que estão deixando a quantidade dominar a qualidade, como sempre colocam o lucro em primeiro lugar. Quanto mais opções de serviços e versões de produtos, melhor. As classes sociais vão onde se sentirem melhor e as classes de poder de compra também poderão escolher o quanto preferem gastar.(Tereza Coelho 6º período PP noite)

    ResponderExcluir
  17. O que incomoda nas classes AB è o fato de verem pessoas dessa nova classe C desfrutando dos mesmos produtos e as vezes ambientes que eles, coisas que antes eram exclusivas para eles passaram a ser consumidas pelo povo, não sò por essa ascensão econômica, mas tambèm pelas facilidades de crèdito e pagamentos proporcionados. Para mim, è uma questão que trata sobre fatores internos, a sensação de se sentir suprior, exclusivo por ter algo que o povo antes não poderia ter,isso meche com o ego dessas classes. Quanto usar fatores como a piora em atendimentos de serviços para responsabilizar a classe C acho totalmente sem propósito, pois a ascensão da classe C è boa para a nossa econômia, e a responsabilidade são das empresas como dito acima que não se estruturam como deveriam para atender essa nova demanda junto com a que ja existia.

    Maylla Martins, 6ºperíodo,PP,noite.

    ResponderExcluir
  18. Penso que as classes A e B realmente estão focando no vilão errado, ou seja, estão incomodados com os indivíduos da classe C e não com as empresas, que antes prestavam serviços exclusivos para eles e vendiam produtos também exclusivos. As empresas aéreas, por exemplo, estão tendo um número maior de clientes por causa da ascensão da classe C, isso transformou os aeroportos em verdadeiras rodoviárias. O serviço piorou e hoje é um dos que mais recebe reclamações de ambas as classes (A, B e C).

    Esses novos consumidores (classe C) de artigos e serviços antes somente consumidos pelas classes A e B, tem que saber lidar melhor com essa ascensão, pois o aumento de crédito, mais facilidade para empréstimos e os descontos em datas especiais (natal, dia dos namorados, etc) são estratégias das empresas que querem aumentar as vendas piorando os serviços e a qualidade de seus produtos.

    Fernando Carvalho - PP - 6º período - Noite

    ResponderExcluir
  19. A questão da Classe A e B se incomodar pleo fato da classe C estar no “no mesmo ambiente” é o fator que as empresas aumentaram seus serviços em questão de quantidade e estão pecando na qualidade, estão se baseando somente no aumento do seu lucro com o aumento de clientes, o erro maior são as empresas que estão deixando a desejar.

    Rosiane Nunes de Oliveira PP noite

    ResponderExcluir
  20. Como foi dito na reportagem, a classe C vem crescendo cada vez mais e ainda bem, como ressalta no finalzinho do texto: O Brasil só não quebrou [ na crise econômica internacional ] por causa da ascensão da classe C, que garantiu o consumo interno".
    É normal que as pessoas que pertencem a classe AB se incomodem com essa situação, pois, os produtos que eram elitizados estão ficando cada vez mais clichês.
    Sem dúvida que a qualidade de alguns serviços e produtos deixou a desejar devido o crescimento da demanda. Mas a culpa não é dos novos consumidores, mas de algumas empresas que não estão totalmente prontas para atender esse “novo” público.

    ResponderExcluir
  21. Natália Costa - 6º Período Noite10 de junho de 2013 às 07:51

    Concordo plenamente com o resultado da pesquisa, no entanto acredito que o grande vilão de toda a insatisfação da classe AB é, sem sombra de dúvidas, as empresas que não conseguiram acompanhar o crescimento da classe C. As mesmas deviriam ser capazes de ainda oferecer seus produtos/serviços abrangendo todas as classes, e tudo isso sem deixar com que o nível de qualidade reduzisse. A classe C vem crescendo cada dia e ganhando poder aquisitivo, não vejo isso como um problema, no entanto, a falta de preparo de determinadas empresas pode gerar problemas como esse pesquisado.


    ResponderExcluir
  22. A classe C esta crescendo junto da evolução na economia do país. Antes o que era consumido apenas pelas classes superiores a essa, a classe C está tendo acesso. Como viagens aéreas. Se a qualidade dos produtos e serviços estão deixando a desejar a culpa não é dos novos consumidores, e sim das empresas que não souberam se adaptar ao novo cenário econômico do país.

    PP- Manhã - 5 período

    ResponderExcluir
  23. Com certeza que para o país é muito bom ter essa ascensão da classe C, uma prova disso está no próprio texto, quando o autor cita que o Brasil só não quebrou devido ao consumo dessa classe. Também é fato o incomodo das classes AB com tal ascensão da classe C, pois agora todos querem ter um carro e não mais pegar ônibus lotado, todos querem ir a restaurantes, shopping etc... O problema na minha opinião, é que apesar de poder econômico das minorias terem subido, a educação não. Muitas pessoas que não tem educação estão dividindo espaço com pessoas que tem, dai o incomodo de alguns, porém a maioria das pessoas da classe AB não querem é que as minorias tenham acesso ao conforto e luxo que eles tem, pois desvaloriza os bens de consumo que os mesmo possuem.

    ResponderExcluir
  24. Leandro Gonçalves Ribeiro 6° período noite.

    ResponderExcluir
  25. Com base no texto e na lembrança da aula passada, posso dizer que confundir classe econômica com classe social não é uma exclusividade da classe C. A classe A B (as mesmas 49,7% que preferem ambientes frequentados por pessoas do mesmo nível) também cometem a gafe.
    Agora se baseando no dito popular "Os incomodados que se mudem", e no texto, onde Rafael Costa diz "a crítica deve ser feita às empresas e à infra-estrutura dos aeroportos, não aos novos consumidores", sugiro que assim como a classe C está em ascensão (andando de avião, e frequentando shopping centers), as classes A B deveriam se sentir a vontade para também inovar (andando de foguete e construindo casas na lua).

    "16,5% acreditam que pessoas mal vestidas deveriam ser barradas em certos lugares e 26% dizem que um metrô traria "gente indesejada" para a região onde mora".

    Isso aí é "C FOBIA!"
    Felipe Mendonça - PP - Noite

    ResponderExcluir
  26. Este comentário foi removido pelo autor.

    ResponderExcluir
  27. Creio que as classes A e B sempre se sentiram como superiores e ''donas do pedaço''. Com a chegada de uma classe emergente, essas classes viram seu ''reinado'' desabar. Nos dias de hoje uma pessoa de uma classe alta divide seu consumo com alguém que há dez anos atrás era considerado inferior à ela. Creio que isso é uma forma de preconceito, pois os ricos passaram a ter que compartilhar dos mesmos lugares e serviços com pessoas que os serviam antigamente. Essa ascensão é uma forma de afronta para essas pessoas, porque o que antes era visto por classes menores como um sonho distante e impossível, se tornou algo possível de se chegar, ou seja, as classes A e B perderam todo seu endeusamento, porque seus seguidores deixaram de ajoelhar à seus pés e passaram a ser potenciais frequentadores de uma classe elevada.

    Matheus,PP,5º período/Manhã

    ResponderExcluir
  28. De acordo com o texto, e com o que a gente convive hoje em dia, vimos que mesmo com o crescimento da desigualdade no Brasil, as classes menos favorecidas entraram de vez na participação da economia do país, sendo um ponto positivo para as empresas que querem lucrar com vendas e não se importando onde será o destino do seu produto. As empresas viram que essa “mistura” de classes aumentaram a economia gerando mais vendo e oportunidade de crescimento.

    ResponderExcluir
  29. Podemos vê no texto acima que a classe C esta crescendo cada vez mais, ganhando seu espaço na sociedade, pois hoje eles são um dos maiores consumidores no mercado. Com isso a classe AB esta de certa forma incomodada, pois eles estão freqüentando ambientes e lugares que eram freqüentados apenas pela quase AB. Mas e claro que hoje boa parte da economia do Brasil esta sendo movimentada pela classe C e a tendência é que cada vez mais eles ganhe espaço no mercado profissional e social.

    ResponderExcluir
  30. O crescimento da classe C irá continuar acontecendo no decorrer do ano e cada ve mais podemos perceber que a confusão e a não definição da classe onde se encontra ficará cada vez mais difícil. Porém a tendência e surgirem produtos e serviços ainda específicos para a classe AB e esses produtos que hoje são exclusivos da classe amanha já não serão mais porem novos produtos irão aparecer para a classe AB. Isso irá acontecer porque para o governo é interessante ter essa separação.

    ResponderExcluir
  31. Hoje em dia a classe C está crescendo cada vez mais, além de existir várias formas de pagamentos, eles viraram um grande consumidor da nossa sociedade. Apesar de achar que todas as empresas deveriam servir produtos onde atenderiam as classe: A,B e C. Pois hoje é a classe que está mais evoluindo, e por causa de, como foi citado no texto, " O Brasil só não quebrou,por causa da ascensão da classe C, que garantiu o consumo interno".
    A insatisfação das pessoas que compõem as classes AB de estar frequentando bastante lugares que a classe C frequenta, está na questão de educação eu acho, pois as classes AB sempre acharam que eram a melhor e que a C nunca iria se igualar a ela, mas hoje o papel vem mudando, muitas mordomias que as classes AB possuem, a classe C está conseguindo possuir também.

    ResponderExcluir
  32. Como estudado em sala fica nítido que existe uma confusão na hora de definir as classes sociais. A chamada classe AB não se considera nesse nível, assim como a classe C também não. Hoje em dia, conforme mostrado no texto, não temos como saber quem pertence a tal classe ou não nos baseando em poder de compra, já que esse fator vem sendo facilitado para as classes menos favorecidas. Essa insatisfação da classe AB é ridícula no meu ponto de vista. Ao invés de se preocuparem com as empresas que não estão cumprindo com seus deveres, ficam se incomodando com algo que está beneficiando nosso país.

    ResponderExcluir
  33. Queria saber onde foi parar meu comentário desse post... ¬¬'

    ResponderExcluir
  34. Antes de tudo, boa parte da população não percebe as diferenças entre classes sociais e classes econômicas. Para a maioria, apenas os padrões de consumo são utilizados para que uma classe social seja determinada. Talvez, por essa razão, boa parte dos entrevistados acredite que a classe C está "invadindo" o seu espaço, já que atualmente, pela facilidade de crédito, é mais difícil encontrar algum produto ou serviço que não possa ser adquirido por pessoas com uma renda mensal menor.

    Por outro lado acredito que a insatisfação, quando pautada na qualidade dos serviços prestados, é válida e independe do poder aquisitivo dos consumidores. O que aconteceu é que muitos setores do consumo se perderam ao tentar atender todos os perfis deste novo cenário brasileiro. Assim, o atendimento e a qualidade da entrega ficaram prejudicados tanto para as pessoas de maior poder aquisitivo quanto para as de menor.

    ResponderExcluir
  35. A classe C é a classe mais emergente nos últimos anos, e isso é uma especie de afronta as outras classes. A maioria dos produtos, marcas, etc não caminham junto e por isso fazem com que os consumidores da classe C possam adquirir seus produtos com mais frequência. O mercado deve atender as necessidades de todas as classes, e podem SIM fazer produtos destinados para cada um. As classes AB com o aumento do consumo da classe nos mesmos produtos acabam deixando de ser "exclusivos" e isso era uma forma que eles tinham de se destacar na sociedade.

    ResponderExcluir
  36. Na sociedade atual a ascensão da classe deve ser agradecida pela classe AB ...o que não acontece.
    A insatisfação da classe AB serve para mostrar o quão egoistas as pessoas são ...e que de tão egoístas acabam desejando acabar com um processo que em vários momentos, como nos ultimos, é importante engrenagem para o crescimento ou equilíbrio da economia e do consumo.
    A divisão da sociedade em classes é um processo que leva ao consumo, e logo, um importante processo.

    ResponderExcluir
  37. É fato a população esta consumindo cada vez mais e estão ansiosos para usufruir de caprichos que antes não estavam ao seu alcance e com isso gera uma série de fatores que infelizmente não é nada agradável, imagina um plano de saúde que antes tinha uma demanda de determinado número de consumidor, tinham gastos com materiais, profissionais enfim tudo que compete a este tipo de consumo e com consumidores satisfeitos, agora com o aumento dessa classe consumidora exigiu dos planos uma redução de valores e a popularização, gastos maiores e possui profissionais com poucas experiências ou com números reduzidos para dar conta da demanda, resultado: atrasos nas consultas, demora nos exames e na entrega de resultados, gerando um desconforto no consumidor e a sensação de ser enganado. Esta demonstração é a realidade não que eu seja elitista, mas se vai popularizar algum serviço faça um planejamento para ter certeza se vai dar conta da demanda e não enganar o consumidor, os tempos estão mudados e a população esta vindo com tudo na era da comunicação e começa a desbravando o mundo dos SACs e do CDC acarretando uma empresa má vista por todos.
    Michael Ezequiel

    ResponderExcluir
  38. Acredito que o mercado não esteja pronto para tal mudança no perfil do consumidor, e nunca estaria mesmo.

    O poder de compra atribuído a classe C não foi avisado ou notificado aos empresários e detentores do fornecimento de produtos e serviços de diversos segmentos, eles foram pegos de surpresa.

    Tal acesso a esses produtos e serviços até então consumidos apenas pela classe A aconteceu repentinamente e o mercado não se adaptou ainda, se é que conseguira se adaptar de forma que atenda aos dois lados. Tal mudança incomoda as classes de alto poder aquisitivo não só devido a relação social que passam a ter com os “menos” favorecidos quanto a queda na qualidade dos serviços devido a não adequação das empresas a esse “novo” consumidor.

    Acredito que tal adaptação no mercado venha com o tempo. Algumas empresas já traçaram estratégias para lidar com tal situação, como por exemplo a criação de produtos prime, mas não existe um anual para isso, o consumidor da classe C quer ser tratado como o consumidor da classe A. Isso gera insatisfação dos dois lados da moeda.

    Fato é que o mercado está mudando, e produtos e serviços ainda estão se adaptando a esse nosso cenário do consumo.

    ResponderExcluir
  39. É visível que a economia está se transformando com a ascensão da classe C, vemos sua presença nas compras de serviços e produtos, levando ao aumento de opções no mercado.
    Alguns produtos não conseguiram acompanhar esse consumidor "curioso" com o que é oferecido, que pra ele é "novo".
    As empresas precisam se moldar de acordo com seu novo cliente, se preocupar com essa ascensão, pois com esse novo público fará uma movimentação grande na economia do país.
    Mas sempre lembrando, modelar seu serviço para todo tipo de púbico, não perdendo a sua qualidade de serviço|produto oferecido no mercado.
    Ana Carolina Dias
    6º período | pp | manhã

    ResponderExcluir
  40. O que fica claro nessa reportagem é que as classes AB estão incomodadas pelo fato da classe C estar crescendo e consumindo quase tudo que eles, a classe AB, consomem e que esse crescimento faz com que algumas empresas piorem seus produtos / serviços para que a classe C possa consumi-los, causando insatisfação da classe AB por não terem o mesmo ótimo serviço prestado antes.

    ResponderExcluir
  41. Ah ainda um compreendimento errôneo a respeito do que se diz: classe social x classe econômica. Se for ver em termos de consumo de produtos, vários produtos antes considerados apenas para classe AB, pode ser comprados agora pela classe C.

    A classe AB, fala que a qualidade de atendimento pirou em relação, quando o produto/serviço era apenas para um grupo especifico de pessoas. É claro, que pode haver um declínio na qualidade do serviço, já que aumentou consideravelmente a parcela de pessoas que agora consome. Mas essa "revolta" irá sendo trabalhada com a classe AB com o tempo.

    ResponderExcluir
  42. É isso mesmo, a classe C consome coisas da classe AB e daqui uns anos a classe D irá consumir coisas da classe C e assim vai, o país esta mudando, a visão do brasileiro também e consequentemente o que eles consomem e onde investem seu dinheiro também, acredito que uma "coisa" leva a outra e assim vai. Se for bom para a economia do país ótimo, não vou ficar preocupada com o incomodo da classe AB até porque não faço parte dela, apenas vamos esperar que a melhora na economia melhore para todos.

    ResponderExcluir
  43. O texto que diz que 30 milhões de brasileiros ascenderam à classe média nos últimos 10 anos, o que dialoga com as aulas sobre o tema quando fala que as classes são mutáveis. Percebe-se também, pelos resultados da pesquisa, que o preconceito com a classe C ainda persiste. Mas que fica clara a importância do consumismo sobre os efeitos da economia. Com certeza se os brasileiros pagassem menos impostos e tivesse uma distribuição de renda no país mais justa mais pessoas ascenderiam às classes A e B.
    Cleonice Silva - 5º período - manhã

    ResponderExcluir
  44. Esse texto mostra claramente o "comportamento do consumidor", como as pessoas reagem após as compras, compras essas feitas por um público a parte, ou melhor, público pelo qual o público específico não aceita. Enfim, essa questão de classe social será sempre um problema entre as pessoas, enquanto não mudarem a cabeça, e injetar o respeito entre si continuaremos na mesma. Todos tem o direito de ir e vir e deveres a cumprir, e porque não podemos ter o direito de comprar? Porém, a partir do momento que há uma demanda a mais a qualidade tem que ser a mesma. Pode haver as classes de A à E, no entanto o respeito tem que prevalecer. Com roupas de grife ou não, com uma conta milionária ou não, todos somos seres humanos, e vamos para o mesmo lugar.
    Aliny Silva 6° período noite (PP)

    ResponderExcluir
  45. Marina Bordon -6° PP21 de junho de 2013 às 16:43

    O padrão de vida da classe C tem aumentado consideravelmente nos últimos anos favorecendo o aumento do consumo no Brasil. Antes era nítida a diferença entre as classes sociais devido ao estilo de vida e consumo de cada classe, hoje esses padrões de classificação estão bem diferentes, não se pode definir quem está na classe A, B ou C apenas pelo poder de compra, já que há grande facilidade para se adquirir determinados produtos. Mesmo com esse grande crescimento, a classe C ainda continua sofrendo muito preconceito, pois este texto mostra o desconforto da classe AB diante do grande consumo por outra classe, fazendo com que as empresas não prestem o mesmo serviço de qualidade como antes, já que se preocupam com a quantidade de venda.

    ResponderExcluir
  46. O se pode concluir é que houve uma adaptação de produtos para a nova população da classe alta, para atingir também a nova classe C. A população veterana da classe A e B, tem comportamentos diferentes da nova população que entra nas classes superiores, o que não é benvindo. A elite se vê incomodada, por talvez os produtos não serem mais exclusivos e o padrão de qualidade, como no texto, cair consideravelmente. Apesar do desenvolvimento trazer ganhos para o Brasil, talvez o que agrade a elite não seja isso, mas sim, ser superior á esse desenvolvimento. O que traz destaque e diferenciação aos demais. Fato é que esse fenômeno das classes já está acontecendo e muito presente. De modo geral, economicamente é excelente para o país, apesar de afetar o status e o ego dos tradicionalistas das classes mais altas.

    ResponderExcluir
  47. Como aprendemos em sala, as classes sociais são mutáveis, o que é provado com esse crescimento da classe C.
    A classe C, está com um poder de consumo que eu jamais pude imaginar. Claro, que uma pessoa da classe A, compra um carro de R$600.000, e o da classe C, um de R$ 20.000, mas mesmo assim, as duas pessoas compram um carro.
    Acho que com os créditos que as lojas estão dando, com o Brasil em uma crescente econômica, a classe C tem tudo para alcançar a B, em questão de poder de consumo e a D alcançar a C.

    Paulo Henrique Campos Marques - PP - 5/6º perído - manha

    ResponderExcluir
  48. Embora este texto afirme o quanto as classes mais privilegiadas sintam-se incomodadas grande parte da cultura popular, considerada de periferia vem invadindo os costumes da alta sociedade, Exemplo são as maiores casa noturnas de SP e RJ são destinas ao funk e o sertanejo de elite.

    ResponderExcluir
  49. Por mais que a elite rejeite essa classe é inegável que são eles que de certa forma que fazem o capital girar. Por mais que a elite gaste muito com um determinado produto ele é muito seletivo, já o público de classe baixa (lembrando que classe social nem sempre esta ligada a classe econômica) tem mais facilidade de gastar tem os seus gostos seletivos também, mas o gosto por produtos ainda mais se forem produtos do momento eles se preocupam mais em obter aquilo pelo status do que realmente pela qualidade em si.
    PP. 6 período noite

    ResponderExcluir
  50. Esses novos "amigos" estão causando um impacto grande na sociedade e eles chegam fazendo um barulho na economia. O governo tem facilitado e gerado um grande boom nas classes que antigamente não tinham acesso a áreas exclusivas das classes mais abastardas. Viajar de avião, férias na praia, faculdade, carro próprio eram luxos para uma grande maioria. Não só os vizinhos de classe economica, mais tambem o mercado precisou de se reformular e pensar em como atingir, afinal, eles são exigentes. São motivados por diversos fatores e conseguir agradar é uma tarefa a ser cumprida.

    Aluno Hebert Lima Pinheiro. PP 6 noite

    ResponderExcluir
  51. Acreditio que a classe C vem crescendo muito nos ultimos anos.As grandes empresas tem oferecido muitas formas e condições especial as novos integrantes desta classe.
    Acredito tambm que esta nova situação na classe C tem incomodado muita gente de classe mais altas.



    ResponderExcluir
  52. Com o aumento do salário mínimo muitas famílias tiveram a oportunidade de crescimento. Assim como a economia do país. A classe C aumentou sim, e ainda sofre preconceito com as outras classes, porém podemos considerar isso como uma melhoria para o Brasil, já que as classes podem finalmente consumir 'os mesmos' produtos, o que antes não era possível.

    ResponderExcluir
  53. Como todo consumidor compra para "ser", é normal que as classes A e B se sintam incomodadas com o poder de compra da classe C. Muitos serviços e produtos que antes eram ligados diretamente aos mais favorecidos, hoje são de fácil acesso a quase todas as camadas sociais. Acredito que essa linha que separa uma classe da outra, sempre vai querer sumir, ou no mínimo se tornar invisível, mas sem sucesso. Se hoje os produtos não fazer uns serem tão diferentes dos outros, algo a deixará em evidência. Sempre existirão maneiras de segmentar os consumidores.

    Laura Dias Coelho e Coelho PP 5° período - manhã

    ResponderExcluir
  54. O texto é bem enfático na questão da piora dos serviços devido ao crescimento de demanda, porém, o que as classes A e B reclamam não é da ascensão da classe C, e sim da piora na qualidade dos serviços, o que é muito comum aqui no Brasil. O que deve ser pensado é que a classe A e B segundo o texto, já exigem qualidade no serviço prestado, enquanto a classe C ainda pensa só em consumir. Acredito que com a ascensão de classes, serão criados novos nichos de mercado visando as classes altas, cobrando pelo serviço prestado, que será valorizado por estes consumidores que estão dispostos a pagar.
    Daniele Augusta PP noite

    ResponderExcluir
  55. Rodrigo Viana Francisco30 de junho de 2013 às 20:03

    Bom, eu particularmente acho que a uma divergência pelo motivo que, se a classe C frequenta os mesmo lugares das classes mais favorecidas é porque eles batalharam para chegar onde chegaram, mas o que eu acho que a classe favorecida reclama é da forma que a classe C se comporta no locais, porém a pessoas que sabem se comportar, que tem educação e respeito. E penso eu que se ela tem essas virtudes e correu atrás das suas coisas ela merece sim está em todos os locais, o mundo é livre a vida é livre. E outra coisa muito importante a se dizer, quem gasta muito quem é o consumidor que mantém e cresce o Brasil é a classe C pois a classe média eles investem e não gastam atoa.

    ResponderExcluir
  56. Eu tenho a sensação que a classe C de fato não está em ascensão. O mercado que se adaptou e fisgou esse grupo. Inventaram novas formas de pagamento. O texto questiona a piora do atendimento. Isso eu concordo, se o mercado está crescendo, as coisas deveriam acompanhar esse crescimento. Super lotação dos lugares é um transtorno para qualquer tipo de classe.

    ResponderExcluir
  57. Existem grandes incoerências na definição das classes, realidades distintas que não refletem o verdadeiro poder de consumo de um determinado conjunto de pessoas. Sobre os dados, consigo chegar apenas a uma infeliz conclusão: eles reafirmam e enfatizam a desigualdade social no país.

    ResponderExcluir
  58. O poder se consumo da classe C aumentou e proporcionou que os consumidores desta classe social conseguissem adquirir produtos que antes não eram possíveis. Com o aumento da demanda de determinados serviços, há uma piora na qualidade do serviço prestado. O que concentra o ponto defendido neste texto, o que incomoda as outras classes não é a classe C e sim a má qualidade dos serviços. Mais uma vez reafirmando que as empresas ainda devem aprender muito sobre o comportamento do consumidor.

    ResponderExcluir
  59. Gleiciane Valadares1 de julho de 2013 às 13:22

    A classe C não está de fato em ascensão, o mercado apenas se adaptando melhor à classe C. O consumo aumentou, porém as formas de pagamento e os novos tipos de compra também. Hoje existem os sites de compra coletiva, a internet já é um mercado em expansão, o que muitas vezes facilita essa compra. Porém o que é um incômodo para as outras classes, é a piora dos serviços, mais um ponto que o mercado deveria se adaptar para atender bem qualquer classe social.
    Gleiciane dos Santos PP noite

    ResponderExcluir
  60. Concordo com o economista Rafael Costa, no que diz em relação a escassez dos serviços oferecidos pelas empresas, os consumidores da classe AB devem reclamar com as empresas e não com os consumidores da classe C.

    As empresas ficaram deslumbrados com o crescimento do mercado, e se esqueceram da qualidade dos serviços. Assim como diz a reportagem, os consumidores da classe C ajudaram e ajudam o país no giro de capital, porque reclamar?

    ResponderExcluir
  61. A representatividade da classe C cresceu consideravelmente, mas é dúbia a definição e classe C que contemplamos por ai, ou pelo menos a definição da sociedade sobre o que é a classe C é equivocada, como a matéria mesmo pontua. A ascensão da classe C, D no que diz respeito a recategorização, é extremamente importante não só para economia. Como dizia os Titas “A gente não quer só comida, a gente quer comida diversão e arte”. A ascensão das classes não traz somente um engrandecimento da economia nacional, ou muito menos eventuais incômodos para essa classe A, B que vomita essa descriminação elitista e vazia. A ascensão das classes, pode diminuir a violência, enriquecer a cultura, trazer a auto estima e aumentar a criatividade da nação. Todo homem e mulher só é pleno no que diz respeito a qualidade do seu estado de espirito se produzir. E só e possível produzir se tiver um mínimo de estimulo sócio cultural, educação, trabalho e necessidades básicas supridas. A ascensão da classe C é a ascensão do Brasil, seja esse Brasil classe A, B ou D.
    Thiago Ventura PP - Noite

    ResponderExcluir
  62. Acredito que muitas empresas ainda não se prepararam bem para a ascensão dessa nova classe C. Ela signifaca de grande importancia para a economia, e ela que vem acelerando o crescimento do país. Adequar-se ao mercado a essa grande nova realidade é o grande desafio para as empresas.

    ResponderExcluir
  63. O mercado econômico cresceu por causa do aumento do consumo das classes menos favorecidas. Isso devido à facilidade de acesso aos bens, formas de pagamento e créditos, oferecidos pelo mercado. As classes mais altas sempre consumiram bens mais caros, só que agora as classes baixas tem condição de pagar por esses mesmos bens e serviços através das prestações. Essa mudança favoreceu o mercado do consumo mas endividou o brasileiro. O consumo por classes pode ser exemplificado através dessas mudanças.
    Irene do Carmo - PP -noite

    ResponderExcluir
  64. Em um mundo onde a imagem é "tudo", ou, tem grande valor, é realmente de se esperar que as classes A e B comecem a se incomodarem com tal ascensão. Um exemplo disso são os smartphones que davam alusão a pessoas descoladas e antenadas, com essa ascensão, as pessoas queriam se sentir da mesma maneira, queriam fazer parte das classes altas.
    Não só houve um crescimento como também as formas de pagamento que, aumentaram as possibilidades de conseguir bens mais caros.

    (Erick Saraiva - PP - 5º manhã)

    ResponderExcluir