quarta-feira, 16 de novembro de 2016

Estudo Interdisciplinar - Texto para a Universidade do Cotidiano



PROFESSORES: LUCIANO PIRES / CLÁUDIO MAGALHÃES

DISCIPLINAS: COMPORTAMENTO DO CONSUMIDOR E MARKETING CULTURAL, SOCIAL E ESPORTIVO

VALOR: 20 PONTOS (Prof. Luciano), 10 PONTOS (Prof. Cláudio)
ATIVIDADE EM DUPLA
PROPOSTA: ELABORAÇÃO DE TEXTO DISSERTATIVO PARA WEB SITE – UNIVERSIDADE DO COTIDIANO
https://universidadedocotidiano.catracalivre.com.br/brasil/
ENTREGA: 1º/12/16

Obs: aqueles alunos que, porventura, não façam uma das disciplinas, deverá entregar o trabalho com as mesmas tarefas e condições.

PROCESSO DE TRABALHO

1)    Façam duplas de trabalho.
2)   Escolha de um local para visita e observação do comportamento do consumidor e aspectos relacionados a projetos sociais, culturais ou esportivos presentes neste local. Ex.: Orfanatos, abrigos e hospitais, museus e casas de espetáculos, lojas esportivas, academias e quadras.
3)    Levantamento de informações e imagens para ilustrar o texto.
4)    Pesquisa de referencial teórico sobre o tema a ser desenvolvido para o texto.
5)    Elaboração de texto dissertativo conforme os seguintes aspectos:
a) Os arquivos/textos devem vir com o nome dos alunos, a faculdade, curso, período e emails no cabeçalho.
b) Se tiver fotos, citar a fonte/crédito de autoria.
c) É preciso justificar o texto e fazer a correção do Português.
d) O texto não deve ser muito longo - até uns 5 parágrafos no máximo.
e) Arquivo em Word (Prof. Luciano) e impressos (Prof. Cláudio).
f) Seguir a linha do site: “A Universidade do Cotidiano aborda temas diversos, do nosso dia a dia, de maneira fácil, rápida e didática, compartilhando conhecimento. Por que a vida te ensina o tempo todo”.
g) Verificar as referências de textos no site da Universidade do Cotidiano destacado no link acima: https://universidadedocotidiano.catracalivre.com.br/geral/editoria/o-que-aprendi/.
6)    O texto deverá ser enviado para os professores para aprovação: e-mail para o Prof. Luciano, impresso para o Prof. Cláudio.

OBSERVAÇÃO GERAL:
O trabalho sugerido visa associar os conceitos apresentados nas disciplinas de Comportamento do Consumidor e Marketing Cultural, Social e Esportivo na construção de um texto dissertativo. Os locais para visita e levantamento de informações para elaboração do texto são obrigatórias, mas de escolha livre dos alunos, comprovadas com fotos do local. Posteriormente pretende-se submeter os melhores textos para aprovação e publicação no site da Universidade do Cotidiano informado acima.

Pontos importantes que serão avaliados:
·       Organização, formatação e coerência do texto.
·       Pertinência do texto proposto.
·       Coerência com o conteúdo ministrado nas disciplinas.

terça-feira, 8 de novembro de 2016

Estudo Dirigido 3 - Grupos e Classes Sociais


Instruções:

Façam um grupo de ATÉ quatro membros, ou faça individualmente.

Consulte suas anotações, o livro base da disciplina, os textos no Material Didático, vá à internet...

Dia da entrega IMPRESSA: 16 (LBA) e 17 (LBB) de novembro de 2016

1) Leiam todas as instruções ANTES de começar o exercício

2) Escolham um Grupo Social nas redes sociais virtuais/internet, que represente uma Classe Social (leia mais sobre os conceitos de cada um na livro).

3) Inicie o Relatório com uma foto/figura/print screen da rede social para a identificação do grupo pelo professor.

4) Pelo comportamento dos membros na rede social, descreva as características do

a. Grupo Social

i. Quais são seus objetivos/importância em comum
ii. Como se mantêm em contato
iii. O que dizem que mostram que se consideram membros do grupo.

b. Classe Social
i. Como se mostra uma grande agremiação?
ii. Mostram noções de hierarquia (com outros grupos, não entre os membros)?
iii. Demonstram noções de mobilidade de classe (com outros grupos, não entre os membros)?
iv. Como são multidimensionais?
v. Quais as tendências de mesmo comportamento e valores dos membros da classe?

5) Cada Grupo tem uma hierarquia entre seus membros. Descrevam a FUNÇÃO (Comportamento esperado de quem ocupa uma posição com status) de, pelo menos, três tipos de membros

segunda-feira, 17 de outubro de 2016

Trocando algumas coisinhas...


Pessoal, apenas respondam a pergunta do video.

segunda-feira, 10 de outubro de 2016

Crianças ganham Guia do Consumidor Mirim



Por Metro Jornal SP - 10/10/2016 às 2h00

As crianças estão ganhando à véspera de seu dia o Guia do CDC Mirim (Código de Defesa do Consumidor Mirim), uma publicação on-line, que pode ser baixada gratuitamente (www.proteste.org.), dirigida ao público infantil.

Nas relações de consumo, as crianças não podem ser tratadas como adultos porque ainda não têm todas as condições para analisar o que expõem as propagandas. Antes dos 12 anos, ainda falta experiência para selecionar os itens de mais qualidade pelos melhores preços.

O Guia do CDC Mirim mostra ainda que o futuro adulto deve aprender, nos primeiros anos, conceitos como do orçamento familiar e da comparação entre artigos que pretenda comprar.

A publicação trata também de questões de cidadania; tópicos da legislação; como evitar o consumismo; a publicidade abusiva; alimentação saudável; mesada; dicas para as compras; e consumidor de A a Z.

De acordo com Maria Inês Dolci, coordenadora institucional da Proteste,  responsável pelo trabalho, havendo educação para o consumo na infância, o adulto saberá, entre outras coisas, que não deve se endividar.

Também aprenderá, diz ela, a avaliar qualidade e preços de diversos produtos e serviços, além de exigir o cumprimento do que foi estabelecido pelo Código de Defesa do Consumidor dos adultos.

Pessoal, analisem a cartilha a partir do que falamos em sala e dos conhecimentos de produção publicitária que já têm, e apontem suas qualidades e possíveis aprimoramentos. 


segunda-feira, 3 de outubro de 2016

Os desafios da segunda plasticidade cerebral

Resultado de imagem para passagem da adolescencia para a juventude
O filme 'Divergente' é considerado como uma metáfora desta época da vida

Por Lino de Macedo - Revista Nova Escola - Setembro 2016

Muito se fala da importância da primeira infância e da estimulação para o desenvolvimento sensório-motor e cognitivo da criança. De fato, nesse momento da vida, o cérebro tem maior plasticidade, ou seja, alto índice de criação de sinapses (conexões entre as células), o que interfere diretamente na capacidade que ela terá de aprender. O cientista suíço Jean Piaget (1896-1980) valorizava imensamente essa etapa. Mas também atribui ao período que vai dos 12 aos 20 anos de idade a última e mais sofisticada etapa de desenvolvimento, o das operações formais. É que nessa época amadurece o córtex pré-frontal, área cerebral em que se processam as funções executivas, que são habilidades cognitivas, afetivas e sociais necessárias para a vida adulta, como controlar emoções, se relacionar e tomar decisões.

O momento é complexo para o que passam por ele e também para quem acompanha essa passagem. São cinco os principais desafios enfrentados pelos jovens e que nós, adultos, devemos ficar atentos para auxiliá-los a superá-los.

1. A ESCOLA. Até o 5o. ano do Ensino Fundamental, a criança conta com um professor principal que orienta suas atividades.  A partir do 6o. ano, ela já não tem mais essa estrutura externa que o guia o tempo todo. Tem que aprender a ser gestora de sua própria vida escola. Espera-se que cuide de si mesma e de seu tempo e que saiba administrar os vários docentes e obrigações como lições de cada, estudos, provas e anotações das aulas.

2. A VIVÊNCIA EM FAMÍLIA. O sujeito ganha responsabilidades em casa, como arrumar a cama, cuidar do irmão e ir e volta da escola sozinho. Já não é tratado como criança e os pais deixam de ser as únicas figuras importantes para ele.

3. A VIDA SOCIAL. Os amigos adquirem grande valor. Há o desafio de fazer amizades e mantê-las, de se relacionar. Compartilhar confidências e opiniões com os pares, desabafar sobre problemas e falar sobre desejos são rotina.

4. O INTERIOR. Nessa fase, é problemático gerenciar sentimentos como a culpa e descobrir a sexualidade; ser você e também alguém participante ativo de uma sociedade; moderar a tendência à impulsividade ao mesmo tempo que se tem a necessidade de experimentar coisas novas; aprender a fazer escolhas e ir além das regras impostas, mas estabelecendo e respeitando limites. Não à toa, muitos se iniciam no uso de drogas e bebidas.

5. O FUTURO. Ele é o grande mistério. Momento de decidir que profissão seguir, de perseguir sonhos, de optar por continuar como está ou fazer tudo diferente, experimentar ou reprimir.

Nessa travessia dos jovens para a fase adulta, não podemos ser indiferentes ou omissos. Principalmente, não se dá para sermos os últimos a saber o que se passa com eles. Dialogar, orientar, respeitar, observar e dar alternativas às suas ações e ideias faz parte de nossa responsabilidade para com os que se preparam para ser como nós ou, quem sabe, melhores do que somos.

Pessoal, invistam alguns instantes para pensarem em vocês, para analisarem seus comportamentos recentes e perceberem em que momento desta travessia para a fase adulta vocês se encontram (revejam os cinco desafios). Mas não precisa responder aqui, apenas para si mesmo. Nos comentários deste post o que precisamos escrever é em que acreditam que essa travessia afeta no consumo dos jovens e na consolidação de seus hábitos de consumo quando maduros.

segunda-feira, 26 de setembro de 2016

A lenda da classe média




Por Clóvis Rossi - Folha de S. Paulo - 12/07/2015

Estudo global mostra que a maioria dos brasileiros (50,9% exatamente) ou é pobre ou tem renda baixa 

O Brasil tornou-se um país de classe média, certo? Certo se você acredita na propaganda oficial e em algumas medições privadas que corroboram essa visão.

Errado, no entanto, segundo trabalho comparativo sobre a classe média mundial divulgado na quarta-feira (8) pelo Pew Research Center, referência global.

O estudo traz uma ótima notícia, em termos mundiais: 700 milhões de pessoas saíram da pobreza entre 2001 e 2011 (último ano para o qual há dados comparáveis).

Equivale a três "brasis" e meio deixando a pobreza (definida, como é da praxe internacional, como renda de até US$ 2 por dia ou R$ 6,44).

No Brasil também houve notável progresso, mas a maioria da população ainda é ou pobre ou de baixa renda (US$ 2 a US$ 10).

São 50,9% nesse patamar triste, divididos entre 7,3% de pobres e 43,6% de baixa renda.

Na classe média (US$ 10 a US$ 20), estavam, em 2011, apenas 27,8% dos brasileiros, de todo modo um auspicioso crescimento de 10,3 pontos percentuais em relação a 2001.

Como os anos mais recentes, não cobertos pelo estudo, foram de crescimento econômico relativamente reduzido ou quase zero, como em 2014, parece razoável deduzir que a classe média não deve ter engrossado muito desde 2011.

Houve, sim, alentador avanço, já que, na primeira década do novo século, caiu o número de pobres (8,7 pontos percentuais) e o de pessoas de baixa renda (8,5 pontos).

Mas são números que podem confortar apenas os governantes de turno, sejam quais forem, e seus áulicos.

Para quem quer mais, comparar os números do Brasil com o de outros países só traz tristeza.

Primeira comparação: com a Espanha, país desenvolvido que talvez seja mais compatível com o Brasil, seja pela história recente (longa ditadura seguida de democracia estável), seja pelo tamanho da economia.

Na Espanha, há quase tantas pessoas de renda média alta (49,5%) quanto os pobres e de baixa renda no Brasil somados (50,9%).

No Brasil, os de renda média alta (US$ 20 a US$ 50) são apenas 15,9% e os efetivamente ricos (mais de US$ 50) não passam de 5,4%.

Na Espanha, os ricos são 27,3%, cinco vezes mais que no Brasil.

Mesmo na comparação com a hoje depreciada Grécia, o Brasil faz feio: os pobres e de renda baixa na Grécia não passam, somados, de 5% (atenção, os dados são de 2011, quando apenas começava o "austericídio" que devastou o país).

No Brasil, repito, dez vezes mais.

Se se quiser comparar com a vizinhança, escolha-se o Chile, bem menor e menos dotado de recursos naturais.

Não obstante, sua classe média (33,8% da população) supera em cinco pontos percentuais a do Brasil. A soma de renda média e média alta dá 55,8%, bem mais que os 43,7% do Brasil.

Todos os cálculos levam em conta a paridade do poder de compra, ou seja, a adaptação do dólar ao que ele pode comprar em cada país.

Tudo somado, tem-se que a crise brasileira não vai incidir em um país de classe média, portanto com certa gordura para queimar, mas em um país pobre, muito pobre.

Na sua opinião, o que esses dados impactam no comportamento do consumidor?

quinta-feira, 22 de setembro de 2016

Estudo Dirigido 2 - Motivação na Praça



Façam um grupo de ATÉ quatro membros, ou faça individualmente.


1)     Leiam todas as instruções ANTES de começar o exercício

2)     Vão a uma praça pública e encontrem alguém em uma atividade de consumo. Mas lembrem-se que o conceito de consumo é amplo: alguém sentando no banco ou fazendo uma caminhada está consumindo a estrutura da praça, a segurança pública, o design arquitetônico..., ou mesmo consumindo um produto físico, como na leitura de um livro ou um jornal, ou mesmo um picolé ou pipoca.

3)     Definam apenas UM item de consumo. Exemplos: o livro, a caminhada, o descanso na praça, o picolé.... Anotem!

4)     Abordem a pessoa, se apresentem como estudantes de comunicação, perguntem seu nome e profissão, e se poderiam fazer uma pergunta. Se ela/e concordar, pergunte apenas:

“O que motiva você estar (colocar a opção de consumo: exemplos: lendo/caminhando/sentado no banco) neste momento?”

Anotem a resposta o mais literal possível.

5)     Peçam licença para tirar uma fotografia dela/e na atividade de consumo. Atenção: façam o possível para que não seja uma foto posada, e solicite que ela fique o mais natural possível, repetindo o momento como era ANTES de ser abordada/o por vocês. Agradeçam e façam uma despedida.

Façam um relatório como no exemplo a seguir: 






Nome da pessoa: José da Silva
Profissão: Administrador
Ato de consumo: Lendo um livro

“O que motiva você estar __lendo____ neste momento?



_______________________________________________________________________________________________

Como vocês acreditam que cada escola que estudou as motivações comportamentais explicaria essa resposta? Mas não se baseiem apenas nas respostas, mas também na percepção de vocês de todo o contexto onde está inserida a atividade de consumo:

Behavioristas



Psicanalistas



Humanistas



Cognitivistas



Evolucionistas



 
Datas de entrega: 27 de Setembro (LBA)
                                 28 de Setembro (LBB) 

ENTREGAR IMPRESSO OU MANUSCRITO COM CÓPIA DA FOTO (não precisa ser colorida)