segunda-feira, 8 de março de 2010

Perfil do jovem consumidor

Da Redação do site Catraca Livre - 02/03/2010

A classe média está se tornando cada vez mais consumidora no Brasil. É o que aponta pesquisa feita “Data Popular”. As análises apontam que os jovens de classes C/ D/E serão, já em 2010, uma parcela importante no consumo de produtos.

Para manter a força nas compras, os jovens procuram se estruturar no campo educacional. Enquanto em 2002, 11% dos analisados estavam cursando um ensino superior, o número aumentou em 2009, para 19%.

Mais do que uma preocupação com o grau de escolaridade, estes mesmos jovens estão atentos ao que acontece no mundo da moda e da cosmética. Boa parte dos perfilados consome produtos originais, como por exemplo, tênis. Muitos deles, aliás, estão comprando, pela primeira vez, carro e computador.

De olho neste mercado consumidor, empresas como Nestlé, Casas Bahia e Coca-Cola já preparam ações estratégias para atrair o público.
Dêem uma olhada na pesquisa integral e destaquem um ponto que chamou a atenção, e porque.

28 comentários:

  1. As 10 tendencias de comportamento do consumidor emergente...
    Esse ponto me chamou atençao, porque mostra as tendencias de inclusao das classes mais baixas na economia.Muitos itens das tendencias destacam coisas importantes, como o item 1 e 2, que destacam a inclusao do consumidor emergente no mercado de consumo e que muitos deles é a primeira vez que adquirem bens materiais como carro, cartao de creditos e ourtos.
    Walisson Ap.
    7°pp noite

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  2. A matéria retrata bem uma realidade, onde o consumismo é uma grande porta de entrada para a inclução social.
    Os jovens vem comprando produtos originais para ganhar status frente aos seus amigos. Acabando que este consumismo é levado pela a influência de tribos em que estes jovens pertencem.
    Este público vem investindo na educação para que esles possam enriquecer seu curriculo e conseguir um bom emprego, que pague bem, e assim, eles possam consumir mais para elevar seu status.

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  3. Marcília Gonçalves8 de março de 2010 16:07

    Isso é exatamente a realidade dos dias de hoje. Me cito como exemplo, pois estava a procura de um casa e a maioria das propagandas voltadas para esse tipo de negócios me chamou muita atenção pois todos eram direcionadas a jovens que queriam adiquirir o seu primeiro imovel nessas propagandas eles citam que tem uma aréa de churrasco, uma sala de jogos para você curtir com a galera. O jovem atualmente é a parcela mais importante no mercado consumidor.

    Marcília Gonçalves - PP Noite

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  4. Um dos itens que mais chama a atenção é o nível de escolaridade dos chefes de família e os desejos de consumo das classes CDE, que mudaram muito e isso como cita a pesquisa realmente muda o cliente atual, precisa-se direcionar e conhecer melhor esse público, mudar estratégias de abordagem e até repensar o que o mercado atual oferece a essa classe, a qualidade tem que ser aumentada, pois cada vez mais os consumidores vão fazer valer seus direitos.
    O site Reclame aqui, site de reclamações sobre serviços e produtos, cresceu muito nos últimos 2 ou 3 anos, ao dar uma rápida olhada, nota-se que o consumidor está cada vez mais exigente e que as empresas que não se importam com isso são contra-indicadas com veemência. É preciso mudar radicalmente a visão que se tem da classe emergente, pois o perfil dessa classe mudou.

    Gabriela Delfim
    7º Período/Manhã

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  5. O que mais se é visto atualmente são os jovens quererem adquirir roupas de marca. Isso se encaixa no Consumo de Inclusão, que é a primeira tendência das 10 do comportamento do consumidor emergente.
    Isso se deve, pois os jovens, principalmente da classe média, se sentem um pouco excluídos por não pertencer as classes mais elevadas. E a partir disso, mesmo sem poder economicamente, eles adquirem produtos de marca, mesmo sendo a primeira vez que compram, para poder se sentirem inclusos, e fazerem parte dessa "sociedade mais elevada".
    E assim não se sentirão "rejeitados" pelos outros.
    É uma maneira, deles se sentirem bem. E também poder "tirar onda" com os pertencentes ao mesmo nível social. Pois ninguém quer ser visto como o "pobre" e o que antigo, que não faz parte da nova tecnologia que existe hoje.
    Mas muitos, por mais que não podem ter o produto original, eles compram os de marcas falsificadas, para poderem se "igualar". Não se sentindo assim constrangidos no meio da sociedade em que vivem.

    Brenna Safadi Queiroz - 7º PP - manhã

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  6. Convenhamos, a maioria da população brasileira enquadra-se nas classes C,D,E.....até a última. As empresas voltaram a estes grandes grupos e facilitaram a aquisição de produtos.
    Estas classes tem um grande poder de compra, se houver um mecanismo que permita estes usuários a comprarem em pequenas parcelas que "cabem em seu bolso".
    Conjugue o verbo consumir:
    Eu consumo
    Tu consomes
    Ele lucra
    Nós endividamos
    Vós parcelais
    Eles lucram (novamente)

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  7. O consumismo só tende a aumentar e isso é mais um exemplo vivo disto. Necessitar da compra e do poder de um produto e sua originalidade, são fatores concretos disto.
    Usar determinado produto pode ser sinal de status, originalidade, diferenciação, enfim, de inclusão neste grande mercado com milhares e milhares de opções e logicamente as grandes marcas tendem a acompanhar isto oferecendo promoçoes, estratégias para oferecer este consumo.
    As empresas são voltadas a grandes grupos que compõe a maioria, e o que fazer quando esta maioria está sendo "fisgada"? Buscar estratégias melhores ainda voltada a outros grupos ainda maiores.
    A tendência do mercado é essa, sempre crescer e para isso, é preciso vender. Estamos fazendo parte de uma "guerra" saudável, onde o consumidor está cada vez mais esperto e sábio e as empresas estão tendo mais competitividade e necessitam de estratégias mais sábias.

    Por mais que o consumidor esteja mais esperto, a tendência das empresas é Lucrar, Lucrar e Lucrar em cima de nós, os consumidores.


    Rodrigo Machado Dias Afonso
    7º período - Publicidade e Propaganda - Manhã

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  8. Consumo de inclusão.

    Quem nunca comprou alguma coisa pensando:
    Vai ficar bem em mim e fulano vai perceber?
    O consumo que "inclui" não é especificamente das classes C e D, mas, eles só estão descobrindo isso agora.

    Como a própria matéria fala, as facilidades de compra e financiamento, sejam de bens duráveis ou não, dão uma alavancada no consumo. E nós, seres consumistas, aproveitamos tudo isso para adquirir coisas relevantes pra nossa sobrevivência, aceitação e reconhecimento.

    Então é isso aí, rumo as compras (relevantes),rsrs, porque o que não é?!

    Josiele C, 7º PP, Noite

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  9. O texto retrata que o consumo das classes mais baixas está aumentando, mais considero que muito disso se deve a maneira que possibilita os consumidores dessa classes de chegar aos produtos.Um exemplo que nós temos hoje são o aumento de renda das familias devido ao aumento real do salario minimo.Outra coisa que ajuda também é você poder parcelar as comprar em varias vezes sem juros entre outras coisas.Isso atinge direto varias pessoas dessas classes, porque muitos não tinham como fazer esse consumo a vista, ou dividido em poucas vezes.

    Já em relação ao estudo isso se dá devido aos mesmos buscarem um diferencial, porque hoje até para lixeiro se exige o 2º grau.Então para conseguir mudar de classe e continuar tendo um poder de consumo buscam esse tipo de conhecimento.

    Sérgio Augusto
    7ºPeriodo-P.P.Manhã

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  10. As empresas hoje em dia estão cada vez mais voltadas para os benefícios de consumo o exemplo da Nestlé nos Eua renovou sua marca de sucesso investindo em um processo de produção inovador, resultando em melhoramento no produto com a adição de benefícios de consumo.
    Cada vez mais as empresas preferem fazer uma extensão de marca sem fugir da sua segmentação pela segurança e confiança do consumidor, isso se encaixa no perfeitamente no consumo de inclusão, que é uma tendência do comportamento do consumidor.
    E assim as empresas após atingirem o sucesso criam uma nova marca Premium para está sempre presente nas nossas fracas cabeças consumidoras de qualquer coisa! haaaaaaa

    Kelvia Botelho 7ºpERIODo Noite!!!!

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  11. As mais profundas mudanças em toda a história do nosso país.
    A gente não percebe o quão real são esses números, essas pesquisas, esses cálculos, e o quanto nos são importantes.
    "Clientes com cabeça de baixa renda e bolso de classe média!" Isso jamais houve em outras épocas em toda a nossa história. E foi isso o que mais me chamou atenção.
    Isso é sinônimo de desenvolvimento e crescimento do Brasil, uma país que por séculos e décadas lutou para ter o seu lugar merecido.

    Thalita Maciel Oliveira - 7º Período - Manhã

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  12. É uma tendência universal, no mundo globalizado em que vivemos. As marcas ganham evidência e os cidadãos em geral tendem a se tornarem consumidores potenciais.

    Status, torna-se, então, um fator socialmente coercitivo, ou seja, a sociedade utiliza de argumentos criados e exaltados pela própria sociedade (valores agregados à marca) para incluir ou excluir indivíduos em determinados grupos (com base em gostos e preferências compartilhadas, ou não). Fato que acaba induzindo, principalmente jovens, à aquisição de produtos secundários de marca.

    P.S.: Cláudio, você ainda não colocou o texto de reallity shows na sala virtual, já há algum tempo que estou atrás de você para pedir que o coloque, sem sucesso! portanto vai por aqui mesmo. rs!

    Rodrigo Firmo Emediato - 7ºPP - Manhã

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  13. Educação como investimento,foi um dos tópicos que mais me chamou atenção.Pois o conhecimento vem com passar dos anos se tornando um consumo necessário, para que os jovens possam conseguir uma boa qualidade de vida e sua ascensão social.
    A classe C tem consumido bastante essa nova oportunidade de abranger conhecimento,segundo dados dispostos na pesquisa integral, a escolaridade dos chefes de família dessa classe vem aumentando.Muita vezes também podemos observar filhos que adquirem mais escolaridade que os pais, tendo assim mais oportunidade no mercado de trabalho.
    Ao mesmo tempo que vejo o consumo de conhecimento como uma grande oportunidade de melhoria de vida, para grande parte da população brasileira, também a vejo como algo arriscado. Pois a medida que o conhecimento se torna um investimento, algo vendavél, tenho dúvidas em até que ponto as instituições de ensino promovem o conhecimento como uma questão de aprendizado ou como um produto banalizado suscetível a venda mediante a qualquer custo.

    Aline Vitoriano Meirelles/7°período/PP/Noite

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  14. Educação como investimento, foi um dos tópicos que mais me chamou atenção. Pois o conhecimento vem com passar dos anos se tornando um consumo necessário, para que os jovens possam conseguir uma boa qualidade de vida e sua ascensão social.
    A classe C tem consumido bastante essa nova oportunidade de abranger conhecimento, segundo dados dispostos na pesquisa integral a escolaridade dos chefes de família dessa classe vem aumentando. Muitas vezes também podemos observar filhos que adquirem mais escolaridade que os pais, tendo assim mais oportunidades no mercado de trabalho.
    Ao mesmo tempo em que vejo o consumo de conhecimento como uma grande oportunidade de melhoria de vida, para grande parte da população brasileira, também a vejo como algo arriscado. Pois a medida que o conhecimento se torna um investimento, algo vendável, tenho dúvidas de até que ponto as instituições de ensino promovem o conhecimento como uma questão de aprendizado ou como um produto banalizado suscetível a venda mediante qualquer custo.
    Aline Vitoriano Meirelles/ 7°período/ PP/ Noite

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  15. O consumidor jovem deseja manter o seu status em meio ao grupo em que pertence, mas para isso precisa alcançar um nível educacional que lhe permita optar um emprego que lhe forneça o capital necessário. Uma realidade atual que, além de movimentar o mercado, influência no aprendizado, proporcionando assim futuramente maiores consumos e influência sobre consumidores posteriores.

    Thiago Augusto Fonseca de Almeida
    7º Período - Publicidade e Propaganda - Manhã

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  16. Acredito que por ser uma classe emergente e com grande poder de compra, despertam o interesse das empresas, isso porque esse publico ainda não foi totalmente atingido, a questão não é devido a classe C, D ou E, o grande ponto é por simplesmente ser o publico a ser atingido, além disso, este público esta procurando essas aquisições, e isso fica evidente quando estas classes buscam sua qualificação afim de suprir sua necessidade de compra ou aquisição.

    Fernando Amorim
    7º PP - Noite

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  17. Os dados comprovam mesmo que consumidores das classes mais baixa estão sendo inclusos e cada vez mais fazendo parte do mercado menos acessível. Isso mostra que existe uma evolução positiva na sociedade, porque assim, todos ganham, ou seja, conecimento para todos, produtos bons mais acessíveis, melhoria da qualidade de vida, bem estar das pessoas, etc...
    Com classes mais baixas tendo acesso a grandes produtos e serviços é possível ter boas visões para o futuro do país e assim a busca efetiva da qualidade de vida e com todas as classes inseridas numa mesma classe, sem discriminação.

    Celso Rodrigo 7º PP manhã

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  18. Paula disse...
    Os dados comprovam que a classe c tem consumido bastante nesses últimos tempo, os jovens atual procuram status, querem fazer parte desse grupo consumista, que as vezes mesmo sem poder comprar, eles acabam dando um jeito para adquirirem produtos e fazer parte dessa sociedade de classe mais elevada.Hoje em dia as empresas facilitam muito para o consumidor, fazem parcelas cabíveis que cabem no bouso que facilitam no ato da compra, e com isso nós consumidores adquirimos algo que realmente irá suprir nossas necessidades e que seja relevante para nós.
    Ana Paula Santos Andrade 7ºPP/NOITE

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  19. Vivendo em um mundo extremamente consumista, onde infelizmente o que vale é o que temos e não o que somos, é fácil de enxergar várias situações, ao ler o texto. É cada vez mais comum, vermos pessoas que trabalham não para melhorar sua condição de vida, mas sim a sua posição relativa perante as pessoas, ou seja, possuem certas necessidades, das quais teoricamente teriam que ser primordiais, mas na sua escala de prioridades, a mais importante seria comprar, por exemplo, um óculos caro, uma roupa de marca.

    É impossível tentarmos reverter esse consumo desenfreado, e é cabe a nós publicitários, lermos essa nota de uma forma otimista, e termos ciência de que, é nessa parte da sociedade, que a propaganda mais atinge ao tentar persuadir o poder de compra do consumidor.

    Sthéfane Domingues - 7ºPP/NOITE

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  20. Pesquisas são sempre importantes aliados para grandes empresas, pois elas apontam as tendências do mercado e facilitam na hora de se criar uma estratégia de posicionamento.

    Segundo essa pesquisa, as pessoas de classe média, principalmente os jovens, estão cada vez mais buscando ser consumidores ativos e escolhendo cada vez mais produtos de qualidade. Mas para comprar é preciso dinheiro. Por isso, eles estão buscando uma maior capacitação profissional já pensando nas possíveis coisas a se comprar.

    O que mais me chamou a atenção foi o fato das pessoas estarem buscando produtos de qualidade.
    O mandamento 2 aponta que a classe mais baixa já cansou de economizar na hora de comprar, mas ter prejuízo depois por conta de um produto de baixa qualidade. Se for pra fazer um bom negocio, eles estão preferindo gastar um pouco mais e comprar produtos de mais qualidade.

    Artur Andrade Gomes Moura

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  21. Se começarmos a prestar atenção, os anúncios realmente estão virando sua face para o público jovem. E essa questão do aumento da participação das classes CDE reflete diretamente no setor financeiro, que aumenta a possibilidade de parcelamento, e viabiliza as tão desejadas compras.
    O jovem, que está em processo de inserção no mercado, é arriscado e impulsivo. Vou dar um exemplo. Quando tive o meu primeiro emprego, minha primeira compra foi um celular de R$1.000,00. E o pior é que meu salário não chegava nem perto desse valor. E eu não posso explicar o motivo da compra. Foi um ato totalmente impulsivo. Mas tem outro fator também: antes de realizar a compra, pesquisei durante muito tempo sobre celulares. Essa é outra característica do público jovem. Ele busca informação, e acaba sendo impulsivo em comprar o melhor produto. Mas parece que a compra foi até um bom negócio. Uso o celular até hoje, depois de 3 anos e meio, e não penso em trocar tão cedo.

    Karine Dibai - 7º Noite

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  22. As pessoas cada vez mais querem fazer parte de algo, de um grupo. E nada melhor para isso do que consumirem produtos por exemplo que estão na moda. Estarem na moda os fazem pertecerem ao grupo que acompanha tendências da moda, e assim por diante, como existe o grupo dos nike shoxs, o grupo do Mc Donald´s, dos Restaurantes Japas, dos naturebas e etc...
    As marcas tem se apropriado desses grupos para fazerem com que as pessoas se identifiquem com seus produtos e consumam mais e mais, com a desculpa de que consumir aquele produto, vc vai pertecer a aquele determinado grupo, e erá ua identidade na sociedade, será alguém!
    Dessa forma, a necessidade não tem fim, pois agora vc consome produtos não apenas para saciar suas necessidades fisiológicas, mas para vestir a identidade da marca!

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  23. As pessoas cada vez mais querem fazer parte de algo, de um grupo. E nada melhor para isso do que consumirem produtos por exemplo que estão na moda. Estarem na moda os fazem pertecerem ao grupo que acompanha tendências da moda, e assim por diante, como existe o grupo dos nike shoxs, o grupo do Mc Donald´s, dos Restaurantes Japas, dos naturebas e etc...
    As marcas tem se apropriado desses grupos para fazerem com que as pessoas se identifiquem com seus produtos e consumam mais e mais, com a desculpa de que consumir aquele produto, vc vai pertecer a aquele determinado grupo, e erá ua identidade na sociedade, será alguém!
    Dessa forma, a necessidade não tem fim, pois agora vc consome produtos não apenas para saciar suas necessidades fisiológicas, mas para vestir a identidade da marca!

    Renata Perez - 7° periodo/ Noite

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  24. Antes como era visto que a maioria das empresas ou agências projetava para consumidores de classe A e B, por determinar que eles consumissem mais do que as demais classes e isto era uma realidade, que hoje já não é mais.
    Ao destacar em pesquisa que as classes mais inferiores estão consumindo mais que as demais. Essas classes consumem como eletrodomésticos, celulares, etc.
    Empresas líder em determinado segmento vendo que seria um lucro a mais investir parte do negócio em classe em potencial.
    Pois demorou em contatar que pessoas da classe C/D/E, estariam consumindo mais, até o governo do país ou entidade viram que é retorno grande investir deles. Portanto seria uma fonte de renda para todos que olharem para classes em crescimento.

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  25. Cristina Lino disse:

    Consumo de inclusão e Educação como investimento

    No que diz respeito ao consumo de inclusão, considero impressionante como o consumidor de baixa renda teima em mostrar que tem um bolso de classe média.
    Não concordo, mas conheço vários tipos assim, que deixa sua casa caindo aos pedaços, que passa necessidades dentro de casa, mas que usa uma bolsa Prada. É o típico, não sou isso, mais finjo que sou e todos me olharão com outros olhos, ou seja, é o verdadeiro mentir pra si mesmo.
    Com relação à Educação como investimento, relato que sou parte disso, pois só fui em busca de uma faculdade por me sentir excluída de um determinado convívio social.
    Não sei se esta educação como investimento servirá para uma vida financeira confortável e feliz, mas como porta de entrada para uma inclusão social até que tem servido.

    Geralda Cristina Lino – 7º PP Noite

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  26. A pesquisa mostra exatamente a realidade brasileira, diante do crescimento econômico dado a estas classes sociais.
    O consumismo influencia na necessidade de inclusão, que estas classes têm, na sociedade ou num grupo específico, como mostra o exemplo dado de jovens das classes C/D/E que são universitários e tornaram-se não só consumidores de produtos/ serviços relacionados à educação, como, também, do mundo da moda e da cosmética.
    O crescimento deste grupo, seu poder de consumo elevado, o aumento de crédito, o crescimento nos empregos e, também, a inclusão digita facilitada pelo governo, fazem com que as empresas comecem a repensar suas estratégias, antes focadas nas classes A e B. E, estamos vendo empresas que já criaram novas ações de estratégias para este mercado consumidor. Além, das empresas exemplicadas no texto, cito uma que me chamou muito a atenção que foi a Kopenhagen que cria uma nova marca voltada para a classe C/D/E que é a Brasil Cacau. Mantendo a exclusividade da marca Kopenhagen para as classes A/B, mas não perde a oportunidade de aproveitar a fatia desta nova classe disponível no mercado consumidor.

    Julienne Felício Pereira
    7ªPP - manhã

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  27. Fácil perceber também que o acesso à educação superior está muito mais fácil. Que as condições de pagamento em todos os setores facilita a compra de determinados produtos.

    Importante notar o quanto uma pequena contribuição do "governo" e das empresas podem melhorar a vida da população. Hoje em dia, jovens que antes não passavam de dependentes se tornaram uma importante fatia do mercado, de consumidores exigentes e que buscam tecnologia e inovação, consomem mais que os consumidores normais e primam pela qualidade dos produtos.

    É importante para o crescimento da economia esse amadurecimento do público consumidor.

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  28. isso e td uma merda ok fracote

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