segunda-feira, 16 de outubro de 2017

A lenda da classe média


Por Clóvis Rossi - Folha de S. Paulo - 12/07/2015

Estudo global mostra que a maioria dos brasileiros (50,9% exatamente) ou é pobre ou tem renda baixa 

O Brasil tornou-se um país de classe média, certo? Certo se você acredita na propaganda oficial e em algumas medições privadas que corroboram essa visão.

Errado, no entanto, segundo trabalho comparativo sobre a classe média mundial divulgado na quarta-feira (8) pelo Pew Research Center, referência global.

O estudo traz uma ótima notícia, em termos mundiais: 700 milhões de pessoas saíram da pobreza entre 2001 e 2011 (último ano para o qual há dados comparáveis).

Equivale a três "brasis" e meio deixando a pobreza (definida, como é da praxe internacional, como renda de até US$ 2 por dia ou R$ 6,44).

No Brasil também houve notável progresso, mas a maioria da população ainda é ou pobre ou de baixa renda (US$ 2 a US$ 10).

São 50,9% nesse patamar triste, divididos entre 7,3% de pobres e 43,6% de baixa renda.

Na classe média (US$ 10 a US$ 20), estavam, em 2011, apenas 27,8% dos brasileiros, de todo modo um auspicioso crescimento de 10,3 pontos percentuais em relação a 2001.

Como os anos mais recentes, não cobertos pelo estudo, foram de crescimento econômico relativamente reduzido ou quase zero, como em 2014, parece razoável deduzir que a classe média não deve ter engrossado muito desde 2011.

Houve, sim, alentador avanço, já que, na primeira década do novo século, caiu o número de pobres (8,7 pontos percentuais) e o de pessoas de baixa renda (8,5 pontos).

Mas são números que podem confortar apenas os governantes de turno, sejam quais forem, e seus áulicos.

Para quem quer mais, comparar os números do Brasil com o de outros países só traz tristeza.

Primeira comparação: com a Espanha, país desenvolvido que talvez seja mais compatível com o Brasil, seja pela história recente (longa ditadura seguida de democracia estável), seja pelo tamanho da economia.

Na Espanha, há quase tantas pessoas de renda média alta (49,5%) quanto os pobres e de baixa renda no Brasil somados (50,9%).

No Brasil, os de renda média alta (US$ 20 a US$ 50) são apenas 15,9% e os efetivamente ricos (mais de US$ 50) não passam de 5,4%.

Na Espanha, os ricos são 27,3%, cinco vezes mais que no Brasil.

Mesmo na comparação com a hoje depreciada Grécia, o Brasil faz feio: os pobres e de renda baixa na Grécia não passam, somados, de 5% (atenção, os dados são de 2011, quando apenas começava o "austericídio" que devastou o país).

No Brasil, repito, dez vezes mais.

Se se quiser comparar com a vizinhança, escolha-se o Chile, bem menor e menos dotado de recursos naturais.

Não obstante, sua classe média (33,8% da população) supera em cinco pontos percentuais a do Brasil. A soma de renda média e média alta dá 55,8%, bem mais que os 43,7% do Brasil.

Todos os cálculos levam em conta a paridade do poder de compra, ou seja, a adaptação do dólar ao que ele pode comprar em cada país.

Tudo somado, tem-se que a crise brasileira não vai incidir em um país de classe média, portanto com certa gordura para queimar, mas em um país pobre, muito pobre.

Na sua opinião, o que esses dados impactam no comportamento do consumidor?

77 comentários:

  1. Creio que a desigualdade na distribuição de renda do país é um fator importante nesses números, a renda de poucos é extremamente maior do que de muitos e boa parte dessa renda está em bancos estrangeiros. Alguns consumidores não se atentam muito a esses dados, as pessoas continuam consumindo, mas existe aqueles que estão preferindo consumir produtos estrangeiros, como hoje ficou fácil comprar pela internet produtos de qualidade por preços compatíveis, os consumidores preferem esperar as vezes 1 mês para receber seu produto, ou também aqueles que encomendam de amigos que estão viajando, fora que o brasileiro sempre se reinventa, se não esta funcionando aqui, se encontra um saída ali. Mas vale ressaltar que desde sempre alguns que se informam estão procurando sair do Brasil buscando melhor qualidade de vida, mesmo que isso signifique mais trabalho duro atrás de balcões em outros países.

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  2. Pela lente do comportamento do consumidor, e tudo que o rege, os dados acima são de suma importância para a interpretação, por exemplo, de uma inserção de produto no mercado, dentre outros pontos. O marketing traz consigo quatro pilares, e todos eles dependem veementemente do público, já que é esse o motor da venda. Praça, promoção, preço e produto dialogam com o target em si, e para isso, o conhecimento do comportamento do consumidor é vital. No caso do Brasil, onde existe muita pobreza e uma falsa classe média, pode-se dizer que o poder de aquisição não é tão alto para adquirir certos produtos, por isso é necessário ter cautela para atingir o público certo com seu poderio, e que ele vire consumidor, mantendo assim seu sucesso de marketing. Mesmo sendo um país pobre, isso não quer dizer que não há compra, ou que é necessário ter um preço baixo. Entendemos que os pobres se auto-intitulam de classe média, facilitando a vida do publicitário, que apenas estimulando o desejo de compra já existente. O comportamento do consumidor varia, mas os dados não, resta saber as informações mais relevantes desses dois mundos, para traçar a estratégia de marketing correta.

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  3. Desigualdade é uma realidade no Brasil e um fator importante para o cenário atual brasileiro. Logo, dados como os citados na postagem acima são fortes influenciadores de um comportamento do consumidor. É importante, como comunicador, entender como as pessoas se comportam e agem segundo suas necessidades, promovidas por sua condição financeira e social. Logo, fatores que parecem simples são fundamentais para se desenhar um perfil do cliente de qualquer marca.

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  4. No meu pensamento, os dados demonstram a falta de qualificação profissional da população que por causa disso não consegue melhorar suas condição de vida. Além do mais esses dados entram como fatores que vão afetar o comportamento de consumo do indivíduo, como "medos e necessidades" e a "situação atual". Já que a falta de renda e a necessidades sendo maior que o desejo vão afetar e ser muitas vezes decisivas para o consumidor quando for adquirir ou não o produto/serviço.

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  5. Tendo conhecimento desses dados, nós consumidores, devemos ter mais atenção e planejamento na hora de consumir produtos/serviços e gastar dinheiro. Com a instabilidade financeira brasileira, os hábitos de consumo devem ser maneirados, pois além de não sabermos o que pode ocorrer no futuro - seja diminuição de renda ou inflação nos preços de produtos necessários para a sobrevivência digna humana- devemos sempre priorizar e separar o supérfluo ao fundamental.

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  6. A desigualdade é a melhor palavra a ser descrita. Todas as informações que foram abordadas pela pesquisa só mostram o quanto o Brasil tem que ser olhado de dentro e que as pessoas que vivem nele são reflexos de toda essa diferença social. Acredito que a importância do comportamento do consumido como um papel educativo e auxiliar ao entendimento de como as pessoas têm agido com todos esses traços. A sociedade hoje buscar sempre estar cem com o outro, às vezes uma peça de roupa e visto como uma solução para os problemas, mas isso é errado não? Devemos sim nos preocupar com a situação do nosso país, mas ver como o fim do mundo e julgar os que parecem não se importar e se prejudicar por causa de toda essa desigualdade não seria a maneira mais correta.

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  7. Infelizmente vivemos em um mundo onde a desigualdade social e racial tem sido cada vez maior. O Brasil, apesar do progresso que tivemos nesse assunto ainda assim é pequeno. O consumidor quanto menos tem mais quer gastar. Nós, profissionais da comunicação queremos sempre vender o produto de forma a fidelizar o cliente com a marca. Aproveitamos a deixa que as pessoas compram por desejo e impulso assim como já vimos em várias teorias do comportamento do consumidor. Um ponto a ser considerado é que devemos nos importar com a desigualdade do nosso país, nos importar com o próximo. Pois somos movidos pelo consumo e nem sempre essa é a maior necessidade. Além de julgar os governantes do país, precisamos tem um olhar crítico para nós mesmos. Pois, fazemos parte desse país e muitas vezes só pensamos em ser de classe média. Mas como estamos nos comportando com a desigualdade social e racial que temos desde gerações passadas? A hora é de refletir e agir de forma a contribuir com um alicerce (diferenciação) para esse país. Uma andorinha não faz verão, mas pode servir de exemplo para outras.

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    1. Achei extremamente pertinente sua conclusão sâmara, só gostaria de acrescentar o fato de como a crise econômica e a oscilação da nossa economia também tem afetado diretamente o comportamento dos nossos consumidores. É preciso pensar e estar atendo as formas de consumo, para que, possamos nos destacar nesse mercado tão competitivo, especialmente quando se trata de publicidade.

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  8. Os dados contidos no texto são fortes influenciadores no comportamento do consumidor. O Brasil é um país em que a desigualdade social é um fator de grande importância. O comportamento do consumidor varia e no caso do Brasil essa discrepância social acaba influenciando na gestão de marketing e os 4p's (produto, praça, promoção e preço). Nos profissionais de comunicação queremos satisfazer os desejos do consumidor e é importante para o publicitário compreender como as pessoas se comportam e agem perante suas necessidade e inibições para que possamos traçar estratégias que viabilizam esse consumo de maneira a valorizar o consumidor.

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  9. É notório que a oscilação de nossa economia afeta diretamente o consumidor e o seu comportamento de consumo, é preciso estar atento à essas mudanças pois se notarmos nossa cultura e hábitos dos brasileiros, costumamos não ser tão leais à marcar e encontramos nos similares as soluções para nossas necessidades.

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  10. É impactante pelo fato de que o financeiro e social são algo que atingem a maneira de como o consumidor vai se comportar, esse estudo é importante porque muita coisa muda perante os dados que lemos por isso mais uma vez bato na tecla ao dizer que quem trabalha com a comunicação precisa estar atento a cada nova mudança que acontece, não apenas no universo da publicidade mais de uma forma geral porque nossa missão é encantar e seduzir o publico e precisamos saber como publico se comporta pra poder atingir ele de maneira correta.

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  11. Acredito que a desigualdade, como problema latente, quiçá crônico, do nosso país, só faz aumentar a mesma e afastar ainda mais ricos de pobres. Um sistema cíclico onde ricos ganham dinheiro explorando a mão de obra de classes mais baixas, que por sua vez não conseguem empregos melhores por falta de oportunidade, retroalimentando o ciclo. Nós, publicitários, temos o dever de fomentar a responsabilidade financeira, afim de criar uma independência. É o fim do "compre a qualquer custo" e o início de um discurso "compre se realmente precisar".

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  12. Nome: Layra Fávero
    RA: 31711824

    Os dados da pesquisa influenciam diretamente o comportamento do consumidor brasileiro. A desigualdade social do país é uma realidade e, além disso, é um fator de grande relevância para o cenário atual. Como comunicador, é importante entender como as pessoas pensam e se comportam, a partir dos seus desejos, necessidades, medos e, também, da suas condições financeiras. Por exemplo, a falta de renda e a necessidade sendo maior que o desejo, pode afetar diretamente na decisão de compra de um produto/ serviço. Portanto, é importante observar todos os fatores que compreendam o perfil dos clientes, adequando-os à gestão de marketing e os seus 4P's.

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  13. Através dos dados retratados no texto acima, podemos concluir que o Brasil ainda não conseguiu superar a inércia em que se encontra. Não é de hoje, que notamos que nosso País e de extrema desigualdade. A riqueza está na mão de poucos, e a pobreza por mais que se trabalhe dia e noite, nunca se é superada. Como comunicadores, um de nossos objetivos é ofertar e demandar um produto de certa marca, temos a função de independente da classe social, encantar e aproximar o consumidor de nosso objetivo. Porém, na maioria das vezes, esse consumidor não tem a menor condição de adquirir o que está sendo ofertado. Na maioria das vezes, de onde menos se tem, e onde mais se compra. Portanto, é preciso um novo comportamento de Marketing, onde devemos entender as necessidades e as carências de nosso consumidor, talvez assim esse quadro se reverta.

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  14. Esses dados citados no post nada mais é do que verdades sobre a atual cituação de nosso pais. Mesmo nós profissionais da comunicação quando criamos alguma propaganda ou campanha para alavancar o nivel das vendas, chega a um ponto que os consumidores não conseguem mais consumir, não porque não querem mas sim porque não tem pra gastar. Enquanto uns tem muito pra gastar outros não tem nada, e essa grande desigualdade é muito triste, porque percebemos o quão cruel e por mais que uns trabalham muito para alcançar seus ideais, outros não fazem nada e é dono de muitas riquesas. Queremos satisfazer os desejos do consumidor e precisamos entender que eles agem de acordo com suas necessidades e assim, fazer com que valorizamos esse consumidor através das estratégias traçadas.

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  15. Hélida Cristina s Dias20 de outubro de 2017 04:49

    De acordo com o artigo postado o Brasil teve um progresso de classe notável, mas a maioria ainda é baixa renda; mesmo com toda essa desigualdade as pessoas continuam consumindo, incluindo os pobres. O consumo dos pobres, por exemplos, não é somente as necessidades básicas eles também usufruir de coisas supérfluas e a publicidade influencia muito nessas compras desnecessárias, pois uma boa comunicação, divulgação faz com que as pessoas consumem além do que precisam e como os pobres se rotulam como classe média fica mais fácil de manipular o consumidor, planejando uma estratégia de marketing relevante para o público-alvo.

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  16. Qualquer interferência social, pessoal ou cultural, irá afetar diretamente no comportamento humano, pois percebemos que além de fatores internos e biológicos, várias causas externas também influenciam as motivações comportamentais. Empresas multinacionais adoram se instalar em países em desenvolvimento, especialmente o Brasil, devido sua população e renda média do país, em que a mão de obra é barata e o potencial de compra é alto. Sabendo disso, o consumidor brasileiro se ajeita de formas cabíveis para consumir e realizar seus desejos, seja através de financiamentos com diversas parcelas, créditos especiais ou empréstimo. Portanto, todos esses dados a nível nacional e internacional, impacta diretamente no modelo nacional e comportamento de consumo.

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  17. A desigualdade social é clara no nosso país, mesmo com o crescimento da classe média. Temos poucos com muito e muitos com pouco. Notar o fato de que os consumidores se comportam de acordo com sua condição financeira é importante pois, assim, entenderemos o que o motiva a adquirir tal produto.

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  18. Carolina Márcia de Souza Moreira
    RA: 31514850 LBB Noite
    Acredito que a desigualdade social é um forte influenciador no poder de compra do consumidor e consequentemente no seu comportamento. Pessoas com renda mais baixa não deixarão de consumir por esse motivo, elas terão que encontrar opções para adquirir aquilo que precisam ou desejam. Os donos de estabelecimentos e os publicitários devem se atentar a esse público, caso ele seja o seu principal consumidor e oferecer opções de parcelamentos e preços mais acessíveis que caibam dentro de seu orçamento. Creio que essa seja uma das maneiras de motivar a compra para o público de menor renda.

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  19. Ingrid Maria Rodrigues Duarte
    RA 31511753

    Esse post é muito importante pq lendo ele podemos ter a percepção de como fatores externos são determinantes ao consumo final. Os comerciantes devem estar atentos a maneira de como o consumidor se comporta para poder se recolocar e introduzir uma nova maneira de consumo ao publico ou seja a forma de como o produto/serviço é exposta deve ser compatível a nova visão do seu publico.

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  20. A decisão de compra é tomada após a análise um conjunto de fatores, incluindo a situação financeira. No Brasil, a desigualdade social é grande, e vem aumentando, sem muita expectativa de mudança. As campanhas de produtos feitas atualmente, exploram os desejos dos consumidores, e falam que eles devem querer "ter o prazer, a experiência" com os produtos, nem que seja comprando-os,
    em parcelas de mil vezes. É nosso dever, como profissionais de comunicação, e cidadãos ao mesmo tempo, contribuir para uma sociedade melhor, e ser éticos ao expor os produtos de nossos clientes, de uma forma que a igualdade aumente.

    Daniela Barbosa Oliveira
    RA: 31516790

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  21. Os dados que estão englobados no texto, se tornando grandes influenciadores no comportamento dos consumidores, pois no Brasil a desigualdade social e um fator importante, já o comportamento do consumidor varia, e no Brasil isso acaba influenciando na gestão de marketing, pois os profissionais da comunicação querem satisfazer desejos e é importante para a publicidade procurar compreender o comportamento das pessoas e daí procurar agir perante suas necessidade e inibições para que hajam estratégias para captar o consumidor.

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  22. A desigualdade social no Brasil cresce junto com o país, desde a colonização até os dias de hoje, seja pelos políticos corruptos, impostos abusivos, pela má educação levando muitos brasileiros a um o baixo grau de instrução que define bem qual a sua classe social, muitos com pouco e poucos com muito. Esses dados nos ajuda a entender melhor o consumidor, mas não quer dizer que por ele ter um baixa renda que ele não tem poder de compra, muitas vezes é ele que compra o celular mais caro, a roupa, o eletro-doméstico e o carro em relação a quem tem um melhor poder aquisitivo. Cabe a nós entendermos melhor para facilitar sua compra ou até lançar novos produtos que atenda sua realidade.

    Rafael Aguiar
    LBA

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  23. O percentual de impostos que pagamos é absurdo e em tempos de crise um dos mais prejudicados no Brasil é o consumidor. Pisar no freio com relação aos gastos é a prática mais comum em períodos de recessão e o comportamento do consumidor em época de crise.
    Eles realizam suas compras com mais cautela, não deixam o impulso tomar conta das suas decisões, tem mais cuidado ao usar o cartão de credito ou fazer parcelamentos e comparam mais preços referente ao custo-benefício.
    Todos esses pontos refletem diretamente no mercado, que lida com um cliente muito mais atento e cauteloso.

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  24. Silvério Giovannini24 de outubro de 2017 06:59

    E desigualdade social, de distribuição de renda aqui no Brasil foi algo que sempre vem atrapalhando a população. Com os governantes querendo todo o poder aquisitivo do país em suas mãos, e o povo com o resto. Isso mostra o quanto o Brasil está atrasado em relação a outros países, que as vezes não tem 1/3 do que temos de recursos naturais e etc. Essa falta de dinheiro para grande parte da população, e com a crise, afeta MUITO o consumo, assim afetando os consumidores, que em outrora iria adquirir tal produto, hoje não mais pelo o sentimento de medo, e pela falta de possibilidade.

    RA: 31417569
    Silvério Giovannini.

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  25. O Brasil é um país em que a desigualdade social é um fator de grande importância ,as pessoas com a renda mais baixo não deixam de comprar , elas encontram opções para se ter o quer.Nós publicitários temos que facilitar para sua compra ou até lancar novos produtos para satisfazer o desejo do consumidor.

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  26. A situação financeira do nosso país está cada vez mais precária, embora algumas pessoas gastam como se não houvesse o amanhã, porém o amanhã chega e vem com muitas dividas a serem pagas. Mas por outro lado, tem aquelas pessoas que já estão ficando “vacinadas” com essa situação e acaba deixando uma economia no banco em caso de emergência, sim apenas em caso de emergência. Fazendo uma relação com a pesquisa acima, quero aproveitar e citar uma reportagem que eu vi e fiquei ainda mais perplexa com esse país chamado Brasil.
    A reportagem dizia que em Noruega quando é época de fim de ano, que vem a comemoração do natal, eles reduzem os impostos para que as pessoas tenham dinheiro para comprar presentes e comidas, já aqui no Brasil os impostos só tende a aumentar e mesmo assim não percebem o quanto o consumido diminuiu nessa época do ano, ou seja, isso acaba refletindo diretamente no mercado, pois os clientes estão cada vez mais cautelosos e atentos nos preços e juros de um produto comprado a prazo.

    LBA - 31517144

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  27. O alto índice de pessoas pobres ou de baixa renda no Brasil afeta no momento da escolha no momento do consumo. Apesar da baixa renda, o povo brasileiro não tem o costume de economizar, e um dos motivos seria para mostrar a outras pessoas que elas não fazem parte dos 50,9% da população, porém, este consumo se transforma em um gerador de dividas, que apenas piora a situação. Assim, a oferta de produtos mais acessíveis, e até mudança de posicionamento de algumas marcas para atingir este público é cada vez maior.

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    1. Luana Araújo
      Lba

      Podemos perceber que a desigualdade no Brasil atingi a maior parte da população comparado com outros países como foi mostrado nos dados acima. Como o Brasil é um dos que arrecada mais impostos no mundo esse índice deveria ser menor ,mas ainda sim o consumo do povo brasileiro e alto deveria ter uma educação financeira mais clara para que todos pudessem viver com uma renda melhor .

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  28. O Brasil sendo um país com uma desigualdade social maior que diversos países influencia o consumidor pois nos faz ter a noção da real situação nossa:Aonde vivemos em baixa é isso influencia compras e desejos das populações de baixa renda.

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  29. Em meio a desigualdade que vive o nosso país percebemos que as pessoas não param de comprar seja por necessidades básicas, seja por sonhos ou impulso. Até os que não tem tantas condições acabam esbanjando o pouco que tem as vezes com coisas desnecessárias e momentâneas, então percebemos que o brasileiro não vai deixar de consumir a sua cerveja por que ela aumentou 0,70C ele vai continuar comprando a mesma quantidade de quando ela era mais barata e vai tirar esse acréscimo em outra coisa de sua lista de compras. O consumo não vai parar mesmo ele estando abaixo da classe média ele só vai mudar o que consumir, dando preferência para o que mais lhe convém.

    LBB:31513053

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  30. Os dados apresentados no texto são fatores de extrema importância para analisar o comportamento do consumidor, e percebemos através dele a realidade que é a desigualdade no Brasil. Necessitamos entender que as pessoas se procedem e fazem de acordo com suas vontades e condição financeira, e que por meio dessas informações podemos projetar o perfil do cliente.

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  31. A desigualdade social e econômica é um dos fatores primordiais e realistas no cenário brasileiro atual, e os dados da pesquisa acima demonstrada impacta, diretamente, não apenas a publicidade, mas o comportamento do consumidor brasileiro. Entender estes fatores e sua relevância para a economia do país e diretamente para o mercado consumidor, é de uma relevância extrema. Os comunicadores necessitam entender a lógica comportamental dos consumidores dentro destes fatores, e como é a mudança do consumo quando um consumidor entra nestes fatores; necessidade e desejo se transformam a partir do poder aquisitivo de cada um, afetando diretamente na compra final. Entender o quadrante dos P’s de marketing, a atuação conjuntural do país, o comportamento de consumo e esses fatores volúveis, é essencial para o ramo comunicacional, pois o estudo de um revela muito sobre todos.

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  32. Esses dados de fato impactam no comportamento do consumidor, pois houve um aumento bastante considerável na porcentagem de pobres que passaram para classe média, isso configura um novo cenário, um novo perfil do consumidor da classe média

    Gabriela Moreira Maia de Carvalho
    Lba

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  33. Podemos ver que a desigualdade social é um fator impactante e preocupante na sociedade brasileira. São vários fatores que contribuem com isso, políticos, geográficos, sociais e culturais. E papel do publicitário entender o comportamento do consumidor diante da sua situação financeira pois só assim conseguiremos cativa-los.

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  34. Eu vejo de forma um pouco diferente. Ainda que haja grande desigualdade no Brasil, é possível observar que o que de fato mudou nos últimos anos é a percepção do consumidor brasileiro. A visão que ele tem do seu poder de compra foi alterada e, por isso, a lógica de venda e propaganda também. Não se faz mais um produto pra classe B, por exemplo, apenas direciona-se para ela. Para nós, isso deve ficar muito claro.

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  35. A desigualdade social é um fator que prejudica muito o consumidor, pois a cada dia é lançado um novo produto no mercado, com mais funcionalidades e mais "brilhante" o que gera um desejo de consumo, porém como os números acima mostram nem todos podem comprar produtos de ultima geração, mas como a sociedade é cruel, pra você ser aceito nela tem que ter um certo padrão, logo os consumidores de renda baixa, oprimidos pela sociedade, se sentem na obrigação de ter tal produto o que os deixa em situação financeira pior.

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  36. Hoje em dia a desigualdade social e enorme, podemos comprovar com o texto citado acima, porém para o consumidor, o fato de comprar ou gastar, o torna em um "patamar" diferente, hoje em dia nosso trabalho não e valorizado, tanto que existem pessoas pobres e pessoas de BAIXA RENDA, e isso cria um impacto direto nas vendas, tendo em vista que nosso público alvo como publicitário gira em torno das classes sociais.

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  37. Yolanda Falinácia30 de outubro de 2017 09:43

    O potencial de consumo dos brasileiros é desproporcional aos dados apresentados no texto, pois apesar de toda a desigualdade no país, muitas pessoas mesmo não tendo condições de consumir muito, o fazem devido a sensação de poder gerada ao se ter um produto ou adquirir um serviço.Estar atento ao que move os consumidores atualmente é primordial, visto que aparentemente analisando o cenário econômico o alto índice de consumo parece não fazer sentido, mas ao examinar o que motiva as pessoas a consumirem (como por exemplo, o poder) se pode utilizar essa ferramenta como forma de destaque, principalmente no meio publicitário.

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  38. é um cenário triste, mas que temos que enfrentá-lo com muita criatividade e inteligência para podermos nos adaptarmos e entender a nova realidade das pessoas e com isso atender ás suas necessidades, entendendo sempre o que essa situação toda gera de comportamento nas pessoas.

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  39. Esses dados quando levados para a questão de comportamento do consumidor, demonstra o quão imprevisíveis podemos ser se tratando de economia, de classe, de consumo. Todos nós vivemos nos últimos meses a procura de uma estabilidade financeira, é o mínimo que procuramos para conseguir manter uma vida tranquila, por outro lado, quando encontramos, a economia não está lá grandes coisas, a nossa situação financeira não está da forma como queríamos, e acaba que ao invés de subirmos de classe, estamos cada vez mais ficando pra trás. No atual mundo, o capitalismo se dá cada vez mais pelo emprego da frase ''onde o rico cada vez fica mais rico, e o pobre cada vez mais pobre.'' As vezes vejo as pessoas comemorando pelo aumento do salário mínimo que geralmente acontece todo ano, meses depois vejo da mesma forma as reclamações de que aumentaram o preço da gasolina, da energia, do supermercado. Esses dados comprovam que, em um ano podemos estar folgados e nos darmos luxos de viajar, comprar o carro do ano, mas também no próximo ano podemos estar atolado em dívidas. Contudo, seguiremos com uma sociedade indignada que trabalha pra viver e vive pra trabalhar.

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  40. A desigualdade social no Brasil tem diversas causas como o acesso precário à educação e a disparidade de salários. Porém, o consumidor com uma renda instável não deixará de adquirir um produto/serviço por conta disso. Digo, como o povo brasileiro não tem o costume de economizar, as pessoas terão que buscar opções para conseguir satisfazer seus desejos e necessidades. O problema às vezes não é quanto se ganha e sim quanto se gasta. Nós, como consumidores, devemos ter atenção e nos planejarmos financeiramente na hora de gastar dinheiro. As marcas, em geral, devem estar atentas aos consumidores, ofertando produtos mais acessíveis e mudando o posicionamento caso seja necessário para não perder seus clientes.

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  41. Crisnanda Ferreira30 de outubro de 2017 18:32

    É triste saber da desigualdade do nosso país e como ele está atrasado em seu desenvolvimento. Pior do que isso é imaginar que muitas pessoas, que não possuem grandes condições de compra, ficam individadas para se sentirem parte de um grupo, se sentirem aceitos e de um maior status. Talvez, como publicitários, devêssemos prestar mais atenção na população ao agregar características intangíveis a produtos/serviços.

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  42. A notícia retrata a desigualdade no Brasil, um país que está se mostrando cada vez mais pior, se tratando sobre seu estado econômico, que só vem piorando de uns anos pra cá, pois a desigualdade social está aumentando e deslocando pessoas, deixando-as se enquadrarem em caixas e virando algo automático. A roupa ou a marca não diz quem você é, muito menos em que classe social vc está, isso não faz a mínima diferença em nossas vidas, nosso consumo não quer dizer nada da nossa personalidade, cada um tem a sua com a educação que recebeu de casa.

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  44. Os altos índices de pessoas pobres ou de baixa renda demonstrados no texto acima afetam diretamente no ato de consumo. É natural pessoas diminuírem o consumo de produtos/serviços, ou trocá-los por similares mais baratos a partir do momento que tomam conhecimento de uma crise ou uma situação negativa da economia de seu país. Fator que provoca uma reação em cadeia, onde pessoas compram menos, esfriando o mercado (fazendo-o ofertar menos produtos) e consequentemente criando medo nos investidores, que acabam investindo menores quantias, paralisando a economia.

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  45. Desigualdade é uma prática é uma veracidade importante para o atual cenário brasileiro em que vivemos. Os dados mostram a falta de capacitação da população pelas condições de vida. As pessoas agem, por suas necessidades, induzidas por suas condições financeiras, classe social, etc. é preciso pensar e estar atento às formas de consumo, para que, possamos os destacar nesse mercado competitivo.
    Nátally Martins

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  46. A desigualdade social é uma realidade no nosso país, e ela afeta diretamente o comportamento do consumidor, então é papel de nós publicitários ficar de olho da situação financeira no nosso publico alvo, para não desenvolvermos campanhas que não se encaixe realidade dos mesmos.

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  47. Os dados apresentados são desproporcionais ao poder de consumo dos brasileiros, mesmo considerando a desigualdade existente no país, vários indivíduos apesar de não apresentarem condições de consumir em grande escala, acabam indo para este caminho pelo prazer ao consumir determinado produto/serviço. O consumidor toma as medidas necessárias para consumir e realizar os seus desejos, levando a caminhos como financiamentos, empréstimos e etc. Uma clara motivação de consumo estaria no poder de compra, mostrar para si e para os outros que pode obter produtos e serviços que estão além de sua condição financeira, por exemplo.

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  48. É importante salientar que as campanhas publicitárias tendem a ser muito mais estratégicas pelo fato da maioria da população ter uma condição financeira baixa. Pois despertar o desejo desse público ou um impulso de consumir o nosso produto, em vez de gastar dinheiro com outra coisa é fundamental. Cabe a nós, profissionais da comunicação estudar sempre fator cultural de consumo, como nosso público gasta o dinheiro, quais são as áreas mais consumidas e etc.

    Mateus Araújo LBA

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  49. Bom acho que influencia muito esse status, pois a imagem que nos vende em campanhas não condiz com a realidade. Isso faz com que muitos fiquem endividados pois acreditam nessas campanhas e não apresenta a fazer contas da sua verdadeira renda e despesas. E então em vez do país crescer ele decai pois seu mercado consumidor não tem como comprar e fazer a economia girar. Sem condições de comprar não tem como acabar com a demanda que precisa vender.

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  50. De acordo com o artigo postado o Brasil teve um progresso de classe notável, mas a maioria ainda é baixa renda; mesmo com toda essa desigualdade as pessoas continuam consumindo, incluindo os pobres. A publicidade influencia muito no nível de compra do consumidor, pois uma boa comunicação, divulgação faz com que as pessoas consumem além do que precisam e como os pobres se rotulam como classe média fica mais fácil de manipular o consumidor, planejando uma estratégia de marketing relevante para o público-alvo.

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  52. Esses dados representam claramente a desigualdade social em nosso país, e principalmente, a dificuldade de se igualar economicamente com os outros. A questão de salários baixos e produtos com altos preços devido os impostos, serve de motivação para grande parte da população ter planos para deixar o país ou então, comprar na internet, em sites estrangeiros, para fugir desses impostos abusivos. Infelizmente essa é uma situação de difícil prognóstico, pois a política atual influencia muito, e resta a nós, cidadãos, torcer para um cenário melhor.

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  53. A desigualdade no Brasil é uma realidade e infelizmente pelo cenário politico e cultural em que vivemos, é difícil essa melhorar.
    Os dados mostrados influenciam até certo ponto, mas a cultura brasileira é consumista, seja pela internet, por encomendas internacionais e até em loja física.
    Motivações em geral camufla esses dados.

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  54. Existe uma ideologia de que satisfazer as necessidades e desejos é o que categoriza as classes sociais. Independente da classe, porém com uma maior vertente para as mais baixas, se tem a ideia de que quando poder comprar, independente se entrará em dívida ou se possui uma real condição, terá que adquirir tal objeto pela ascensão social que ele carrega. Isso vai além de desejos. Existe toda uma estrutura de educação financeira passada em gerações.

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  55. Os dados acima são nada mais do que uma realidade intransponível que vivemos a muitos anos. Os indicadores vivem mudando mas nossa realidade acompanha a mudança de épocas, porém, o pobre continua pobre, mas de forma diferente.
    Certas coisas se tornaram acessíveis devido o baixo custo de fabricação, ou por novas tecnologias e por aí vai. É isso não é sinônimo de que os pobres passaram para outro patamar das classes sociais.
    Certos comportamentos de consumo acompanharam essa nova realidade é o mercado que não é bobo percebeu a muito tempo e criou novas ferramentas para estimular e viabilizar o consumo desse público, com isso deu uma falsa sensação a esses contatos de que novos tempos estavam chegando e que a tendência era só melhorar, e na realidade não foi o que ocorreu.
    Hoje a nova classe, se é média eu não sei, mas que tem altas dívidas, a isso tem!

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  56. O alto índice de pessoas de baixa classe ou em situação de pobreza nos ajuda a entender o consumidor e que tipo de divulgação vai atingi-los. O termo crise foi implantando e tem influenciando bastante o consumidor em suas escolhas e em sua economia. É certo que o consumo exagerado teve queda, porém também é visível que mesmo em situação de pobreza o brasileiro não costuma economizar, por isso devemos nos moldar e saber como atingir esse público com um menor poder aquisitivo

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  57. Acredito que nós brasileiros não conseguimos enxergar que vivemos em um país pobre pois gastamos como se fossemos de classe média e os dados implicam em uma redução de gastos em nosso cotidiano. Mas acredito que estamos tão cegos em acreditar que o nosso pais é como os outros e que não existe essa enorme desigualdade, que é bem provável de muitos não acreditarem nesses dados e estudos e continuarem a gastar o dinheiro que não têm.

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  58. Cibele Nayara Ribeiro Fonseca de Jesus
    LBA

    os fatores que contribuem de forma mais consistente para a queda da desigualdade são o crescimento econômico e o aumento da escolaridade da população. Os gastos em programas sociais têm um impacto significativo, embora tal efeito não seja sustentável a longo prazo por si mesmo.Felizmente, a desigualdade está caindo ao longo das últimas duas décadas no Brasil. Nessa batalha contra a desigualdade, e especialmente contra a pobreza, temos de valorizar os programas de combate à pobreza, mas ao mesmo tempo, temos de reduzir o tamanho de custeio do estado, rever as regras de funcionalismo público, e investir em educação de qualidade. Tais medidas tendem a estimular o crescimento e reduzir a desigualdade concomitantemente.

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  59. Larissa Acácio Rodrigues lba

    Os fatos apontam que o consumidor da classe media está cada vez mais exigente e mais cientes dos seus desejos mesmo havendo diferença de desejos entre as classes superiores.

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  60. Os dados apresentados não condiz com o poder de consumo dessa população brasileira. Hoje as lojas "entendem" a situação do consumidor e tende a facilitar cada vez mais a sua compra. Além disso essa classe está cada vez mais exigente com a qualidade e o serviço oferecido no mercado.
    Camila Alves
    LBB

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  61. Thiago Souza Penna9 de novembro de 2017 09:19

    Vivemos um boom, puxados pelo crescimento chines e pelas políticas economicas acertadas do primeiro governo Lula, apesar disso não conseguimos criar riqueza real. A propalada nova classe média, não conseguiu se manter num novo padrão de consumo porque apesar de receber mais continuou sem ter acesso a serviços públicos de qualidade. O resultado é que a crise derrubou de novo nosso padrão de consumo. Para comportamento do Consumidor é necessário lembrar que vivemos em um país com realidades distintas em que o IDH pode variar da Suécia para Angola atravessando uma rua. Uma diversidade tão grande de consumidores requer mais conhecimento e estudo sobre como e porque as pessoas consomem sempre levando em conta seus fatores geográficos, sociais e culturais. Somos um país continental, com uma diversidade continental e talvez isso torne os nossos publicitários os melhores do mundo. Trabalhar numa realidade tão diversificada exige muito, tanto quem faz a campanha quanto de quem oferece o produto/serviço.

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  62. Ao meu ver o cenário só muda de posição, é como se transportar uma casa de lugar (ela continuará sendo uma casa...) porque a nossa carga tributária (não bastasse ser elevadíssima) acompanha o rendimento do consumidor de maneira bastante desproporcional. As pesquisas indicam essa "evolução" na economia porém há ainda muitos fatores a serem mais dissecados, no sentido de conceber uma análise mais assertiva quanto ao nosso real poder de compra.

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  63. A desigualdade social é o grande problema do país. Após ler a reportagem e refletir em cima do que é aprendido em sala na matéria de comportamento do consumidor, juntamente com a charge que faz uma alusão ao pensamento que usando certa marca você vai passar uma mensagem sobre quem você é ou quer ser. Acredito que muito se modificou após o gorverno Lula, a vida dos mais pobres melhorou, mas ainda há muito a ser melhorado. O país precisa de atenção.

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  64. Cecilia Vieira Marques-LBA10 de novembro de 2017 16:25

    O comportamento de consumo de uma sociedade é definida diretamente por seus fatores culturais,sociais e econômicos.
    Como comunicadores, devemos estar atentos as análises aos dados citados anteriormente para entender os fenômenos de consumo, conseguirmos mensurar o nosso público-alvo e consequentemente quais as práticas mais eficientes á serem adotadas.

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  65. Com relação ao comportamento do consumidor, isso traz às pessoas uma falsa sensação de pertencimento a uma classe da qual não pertence e uma posse de recursos que as pessoas não têm.
    Essa falsa consciência ajuda mais ao comercio, que consegue passar às pessoas a sensação de que elas podem adquirir mais produtos. Entretanto, essa é a causa da alta taxa de inadimplência do mercado.

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  66. Diante do texto apresentado, podemos ressaltar, mais uma vez, a incrível maneira de como o Brasil tende a jogar suas sujeiras por debaixo do tapete e passar uma mensagem de incentivo para a sociedade, como se tudo estivesse perfeitamente bem e em avanço constante. Analisando o comportamento do consumidor, os dados descritos no texto são extremamente importantes para o conhecimento dos comunicadores e, principalmente, para aqueles que direcionam as estratégias de marketing, por exemplo, em um lançamento de determinado produto no mercado.

    Assim como apresentado em sala de aula, podemos notar que a própria distribuição de classes sociais no país é deveras contraditória, o que mostra, mais uma vez, que nós, como comunicadores, devemos ir à fundo em nosso público potencial, e não nos apoiar somente em dados já prontos.

    Com tanta disparidade de informações, há também uma disparidade de comportamentos e motivações - sociais, pessoais, culturais - e estas são as principais responsáveis pelo consumo em si. Observamos, portanto, o quanto é complexo realizar um mix de marketing adequado e atingir certamente as sensações das pessoas. O tempo inteiro, nos é apresentado uma falsa classe média, quando, na verdade, o público não é potencial para consumir um produto ou serviço como nos programamos e planejamos.

    Turma LBA.

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  67. Quando fiz intercâmbio para os EUA, estudei em uma escola pública e lá essa questão do sms avisando que o aluno faltou já havia sido implantada há muitos anos. Acho muito válido essa implantação nas escolas do Brasil também, pensando na correria do dia-a-dia dos pais que muitas vezes não podem acompanhar os filhos até a escola ou monitorar se eles estão mesmo lá. Como o exemplo de efeito status quo citou, acredito que a melhor forma é colocar o sms automaticamente para os pais e os que não quiserem, precisam pedir para sair. Assim muito mais pais iriam se manter no programa e as vantagens disso são inúmeras.

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  68. Se colocar em uma balança, o Brasil tem peso total quando se trata de desigualdade social e econômica, isso é a realidade do país onde "o rico cada vez fica mais rico e o pobre cada vez fica mais pobre". Saber entender esse aspecto econômico e social é extremamente importante para a comunicação pois, o consumidor é mutável. Ter muita ou pouca renda ainda não é tão relevante na mente do consumidor pois, a maioria ainda continua consumindo mais do que pode.

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  69. As informações do texto retratam a realidade na situação atual do nosso país: a desigualdade alarmante. Para a construção de estratégias de marketing, entender o comportamento do consumidor é fundamental. Mesmo no caso do Brasil, um país com grande parte da população de baixa renda, há muito retorno de compras do consumidor, ainda que os produtos possuam um preço mais alto. O publicitário tem a vantagem de trabalhar com o desejo de compra do consumidor, que sobrepõe sua situação financeira.

    Thais Lima
    LBB

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  70. É Nitidamente notável como o Brasil tem desigualdade social,é muito triste ver como um país como este pode ser assim,uns tem muito outros não tem nada .Essa situação de desigualdades sociais pode causar ate mesmo exclusão relacionado à moradia, educação, emprego, saúde, entre outros aspectos de direito do cidadão.Ainda assim nos brasileiros somos muito consumidores , o que tambem afeta na classe social ,hoje todos conseguem comprar qualquer coisa, porem os que tem mais condições vai la comprar a vista e ainda tem desconto,já os que tem pouco ou nada compra parcelado de muitas vezes com juros enormes, é uma falsa ilusão de que a economia e a desigualdade social esta melhorando.

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  71. Os dados acima só afirmam o quanto estamos atrasados (Brasil), o quanto a desigualdade impera em nosso pais. O descontrole financeiro torna a situação ainda pior quando se trata de consumo. Não fomos educados para ter um consumo consciente e esse aprendizado vem com as péssimas experiencias vividas. Todo o meio social influencia em nosso comportamento de consumo.

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  72. A desigualdade social é uma realidade do país. Cada dia que passa as pessoas consomem cada vez mais e compulsivamente. Houve um tempo em que comprar e consumir descontroladamente ou sem necessidade era algo raro e apenas par quem tinha condições, entretanto, a realidade dos dias de hoje é outra as pessoas tem fácil acesso ao mercado e a tirinha mostra isso de maneira bem transparente parece que todos viraram classe média, pelo fato de conseguirem consumir com mais acessibilidade nos dias de hoje, do que há alguns anos atrás.

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  73. No texto podemos afirmações de nosso posicionamento para com os outros países, estamos em baixo, uma vez que junto à nossa politica nós cidadão também não fazemos de fato nossa parte, desviando as coisas de diversas formas uma delas é diate a possibilidade de compra mesmo sem realmente ser necessaria e possivel, nós buscamos comprar coisas para aumentar nossa classe social, para maquia-la ao invés de buscar igualdade ajudamos a desigualdade evoluir mais e mais por nossa compulsão e desejos muitas vezes desnecessários para nós mesmo e nosso meio de convivio, nosso grupo social.

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